Archive for the ‘Seleção Brasileira’ Category

A Convocação da Seleção Brasileira para a Copa da África de 2010

maio 14, 2010
Dunga e seu "exército de 1 homem só". FONTE: Site da CBF

Dunga e seu "exército de 1 homem só". FONTE: Site da CBF

ADJETIVOS À CONVOCAÇÃO DE DUNGA

A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de Futebol 2010, a qual será realizada pela primeira vez no Continente  Africano, foi extremamente conservadora, coerente e (até certo ponto) surpreendente. Conservadora por que manteve o grupo que o treinador Dunga vinha convocando, praticamente sem abrir exceções. Coerente por que a convocação foi feita dentro dos padrões estabelecidos (e sempre reiterados publicamente) pelo comandante do time. Até certo ponto surpreendente por que convocou atletas que pouco (ou nada) contribuirão para um possível título mundial do selecionado canarinho.

OS GOLEIROS

Como um todo, achei a seleção qualificada. Contudo, há poucos, mas graves equívocos. A primeira surpresa foi a ausência de Victor, melhor goleiro do Brasil na atualidade, capitão do Grêmio. O titular Júlio César (Internazionale/ITA) é unanimidade, simplesmente o maior do mundo. Tudo bem. Mas Gomes (Tottenham/ING) e Doni (Roma/ITA) são escolhas inconcebíveis. Gomes foi execrado do PSV Eindhoven/HOL, vem fazendo uma boa temporada, mas não é 100% seguro. Sua altura o prejudica em chutes rasteiros. E o que falar de Doni? Foi vaiado no Juventude-RS/BRA, seu empresário conseguiu levá-lo para a Roma/ITA sabe-se lá de que maneira, e hoje é reserva de outro brazuca JAMAIS convocado (Júlio Sérgio, o qual era reserva no Santos-SP/BRA). Ouvi a justificativa de Dunga sobre Doni e aceitei. Parece-me bastante plausível convocar ele pelos trabalhos prestados à Seleção Brasileira (foi titular fundamental na conquista da Copa América 2007, tendo brigado com a direção do seu clube para servir o Brasil), entretanto, Victor está “léguas a frente” de Gomes. Eu convocaria Fábio (Cruzeiro-MG/BRA) e Victor, ao invés de Gomes e Doni. Foi uma grande injustiça com Victor. Os jornalistas do SporTV Lédio Carmona, Paulo Vasconcellos e Milton Leite entendem da mesma forma. De qualquer modo, como muito provavelmente não jogarão os goleiros reservas, não se trata de um erro grave.

OS LATERAIS

Quanto à lateral-direita, não há o que falar. Dunga foi perfeito. Maicon (Internacionale/ITA) é um dos maiores laterais-direitos do mundo, senão o melhor. Enquanto Daniel Alves (Barcelona/ESP) só não é titular, por que a Seleção tem Maicon. Se fosse otra seleção, Daniel Alves seria titular com sobras. Todavia, vejo dois equívocos na lateral-esquerda. Gilberto (Cruzeiro-MG/BRA) e Michel Bastos (Lyon/FRA) não jogam em seus respectivos clubes como laterais ha muito tempo. Hoje, são meias-de-ligação. Considero uma temeridade o que Dunga está fazendo. Eu levaria André Santos (Fenerbahce/TUR) e Marcelo (Real Madrid/ESP). Marcelo vive grande fase na Espanha, enquanto André Santos foi aquele que se saiu melhor entre todos os laterais-esquerdos testados. Se as seleções adversárias investirem pela lateral-esquerda do Brasil, encontrarão uma “avenida”. Trata-se de dois equívocos graves, os quais podem levar o Selecionado Canarinho ao insucesso nesta Copa do Mundo.

OS ZAGUEIROS

Perfeito. Nada a contraditar. Dunga foi perfeito. Lúcio (Internazionale/ITA) e Juan (Roma/ITA) formam uma das melhores defesas do mundo, senão a melhor – tal como no caso de Maicon quanto à lateral-direita. Luisão (Benfica/POR) correspondeu à altura quando foi chamado. Thiago Silva (Milan/ITA) mostra-se mais competente que Miranda (São Paul-SP/BRA). Este último, a propósito, tem “recaídas em decisões”.

OS VOLANTES

Uma completa demasia. Dunga exagerou. Não há necessidade de tantos volantes. Nunca havia visto uma seleção com tantos volantes na história. Josué (Wolfsburg/ALE), Gilberto Silva (Panathinaikos/GRÉ), Felipe Melo (Juventus/ITA), Kléberson (Flamengo-RJ/BRA) e Ramires (Benfica/POR). Gilberto Silva e Felipe Melo são unanimidades na Seleção Tupiniquim, embora não sejam em seus clubes. Pelo Brasil, sempre jogaram bem e impuseram os seus estilos, defendendo a zaga brasileira com “unhas e dentes”. Melo foi uma grata surpresa até. Ajeitou o meio-campo da Seleção. Incrível. Aquele meia-de-ligação excessivamente individualista da época de Grêmio, desvirtuador de vestiário, deu lugar a um volante competente, que sabe sair jogando, fazer gols e defender como poucos. Kléberson e Ramires são os reservas (qualificados), inclusive, brigando pela terceira posição do meio com os meias avançados que irei analisar no próximo item. Mas e Josué? Qual a necessidade de se ter este atleta? Equívoco gravíssimo, a meu ver, o maior de todos. Isso porque, em razão de Josué, Dunga abriu mão de um meia-articulador. O treinador da Seleção Brasileira engatizou que Josué é de extrema importância para  grupo, fundamentalmente no apoio moral aos companheiros. Ora, então estamos diante de um novo “caso de Perdigão”. Ou vocês não lembram da função do volante Perdigão no Internacional de Porto Alegre-RS/BRA campeão da América em 2006? O treinador da época (Abel Braga) dizia que Perdigão era vital para o grupo por que unia os jogadores e os fazia rir com suas piadas e brincadeiras. Lamentável. Se assim fosse, dever-se-ia contratar “pirrôs” e “palhaços” para atuarem nos times de futebol então.

OS MEIAS

Dunga foi perfeito mais uma vez. Convocou os três atletas que mais atuaram na função e (de fato) se destacaram: Elano (Galatasaray/TUR), Kaká (Real Madrid/ESP) e Júlio Baptista (Roma/ITA). Muitos reclamam da convocação de Júlio Baptista, haja vista que é reserva na Roma/ITA. Sem embargo, trata-se de um jogador que foi fundamental na conquista da Copa América 2007, sem contar que, quando chamado, deu a resposta certa. Também não esqueçamos que o titular da posição dele na Roma/ITA é, nada mais nada menos, que Francesco Totti, grande astro e capitão da Itália tetracampeã mundial. Elano foi convocado por que teve um início avassalador na Seleção Brasileira. Desde o primeiro jogo de Dunga ele deu uma resposta extremamente positiva. Não vem bem ultimamente. Tornou-se reserva no Manchester City/ITA, até ser negociado com seu atual clube. Pode tornar-se reserva no decorrer da Copa. Como falei no item anterior, Ramires e Kléberson lutam por esta vaga também. Kaká é unanimidade mundial. É o craque do time. Sempre jogou demais no Selecionado Canarinho. O problema todo é que não há um reserva para Kaká na Seleção Brasileira. No item anterior explicitei esta situação. Josué foi um erro convocatório. Dever-se-ia convocar Ronaldinho Gaúcho (Milan/ITA), Paulo Henrique Ganso (Santos-SP/BRA), ou qualquer meia-articulador, caso Kaká frustre as expectativas colocadas sobre ele. Vou mais além. E se Kaká lesionar-se? Pronto. A Seleção Brasileira estará perdida, a Copa não será do Brasil. Júlio Baptista não é articulador, mas sim, um “quase atacante”. Elano não é articulador, mas sim, um “quase volante”. Defino a Seleção Brasileira como “um amontoado de fervorosos operários guerreiros, mas com um único arquiteto para tentar algo diferenciado”. Até Douglas (Grêmio) seria bem-vindo nesta Seleção, tendo em vista a situação em que o próprio Dunga colocou-se.

OS ATACANTES

Nada a contrariar. Luís Fabiano (Sevilla/ESP), Robinho (Santos-SP/BRA) e Nilmar (Villarreal/ESP) são unanimidades. Jogaram muitas partidas sob o comando de Dunga e sempre deram a resposta esperada. Goleadores, marcaram uma série de gols importantes e vitais para o sucesso do Selecionado Dunguista, que é o rei dos resultados. Grafite (Wolfsburg/ALE) foi uma escolha criteriosa, a meu ver. Ele foi convocado pelo excelente ano que fez em 2009. Adriano (Flamengo-RJ/BRA) desconvocou-se por meio de sua conduta reprovável. Ronaldo (Corinthians-SP/BRA) acabou com as suas últimas chances de convocação ao apresentar-se acima do peso (novamente) no início de 2010. Vágner Love (Flamengo-RJ/BRA) tem as carcaterísticas de Robinho e Nilmar, estando (no momento) abaixo destes. Hulk (Porto/POR) jogou as últimas partidas da Seleção, porém, não tem perfil para uma Copa do Mundo. Fred (Fluminense-RJ/BRA) seria o nome ideal, na minha opinião, contudo, vem sofrendo com lesões em 2010, além de ter sofrido cirurgia, em razão de uma apendicite, recentemente. Diego Tardelli (Atlético Mineiro-MG/BRA) é um ótimo atacante, está em grande fase, tem experiência internacional, mas não foi a opção de Dunga. Neymar (Santos-SP/BRA) é o melhor jogador em atividade no país, todavia, tem pouquíssima experiência, além de nunca ter sido convocado. Explodiu a poucos dias da Copa do Mundo. Poderia ser um “diferencial técnico” na Seleção, mas seria uma aposta. Portanto, Dunga não errou em suas escolhas quanto aos atacantes.

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Kaká terá de "fazer mágica" na Copa do Mundo da África 2010. FONTE: Site da FIFA

Oremos!

Tchüss, fusballteigers!!

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Ele voltou?

janeiro 11, 2010

Ronaldinho está jogando bem. Essa é a grande notícia do início do ano. Assisti boa parte do jogo entre Milan e Juventus, vencido pelo Milan por 3×1. Gaúcho teve boa movimentação e marcou dois gols.

Se manter este nível de atuações, Ronaldinho deve voltar a ser convocado. Melhor ter ele no grupo do que fora dele. Outro jogador que está se sobressaindo é Thiago Silva. Está jogando muito bem ao lado de Nesta e merece uma chance na lista de Dunga.

2010 é logo ali

novembro 17, 2009

Foi-se 2009 para a Seleção Brasileira. Ano que vem tem Copa. Isto que importa.

Dunga parece ter feito todos os testes para definir o plantel para 2010. Restam poucas vagas.

O ataque é o que tem mais concorrentes. A luta será intensa. Caberá a Dunga observar todos os jogadores que se destacarem no início de 2010.

Creio que Copa é momento. Sendo assim, quem estiver “voando” em 2010 deve estar entre os convocados.

Evidente que todo o trabalho de 2, 3 anos é importante. Porém, não deve ser definitivo.

Quem quer ir à Copa, que corra!

Tardelli é jogador de seleção?

julho 28, 2009

Veja a lista completa dos convocados para o jogo contra a Estônia.

Goleiros: Júlio César (Inter de Milão) e Gomes (Tottenham);
Laterais: Maicon (Inter de Milão), Daniel Alves (Barcelona), André Santos (Fenerbahce) e Marcelo (Real Madrid);
Zagueiros: Lúcio (Inter de Milão), Juan (Roma), Luisão (Benfica) e Miranda (São Paulo);
Meio-campistas: Gilberto Silva (Panathinaikos), Josué (Wolfsburg), Kléberson (Flamengo), Ramires (Benfica), Elano (Manchester City), Felipe Melo (Juventus), Júlio Baptista (Roma) e Kaká (Real Madrid);
Atacantes: Luis Fabiano (Sevilla), Nilmar (Villarreal), Robinho (Manchester City) e Diego Tardelli (Atlético-MG).

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Dunga convocou o camisa 9 do Galo (foto: Agência Estado)


Copa das Confederações tem final emociante: uma virada brasileira inimaginável sobre um aguerrido selecionado norte-americano

junho 29, 2009
Seleção Brasileira vive um momento único. O técnico Dunga disputou dois torneios - Copa América e Copa das COnfederações - e venceu ambos. FONTE: ClicRBS

Seleção Brasileira vive um momento único. O técnico Dunga disputou dois torneios - Copa América e Copa das COnfederações - e venceu ambos. FONTE: ClicRBS

Não foi sem muita emoção que o Brasil conquistou o título da Copa das Confederações neste domingo. A Seleção entrou como favorita para enfrentar os Estados Unidos, mas os norte-americanos mostraram a qualidade que permitiu à equipe despachar a Espanha – atual líder do ranking da Fifa. De virada, a equipe comandada por Dunga aplicou 3 a 2, com dois gols de Luís Fabiano e um do zagueiro Lúcio. No primeiro tempo, o Brasil dominou quase completamente. A Seleção teve mais posse de bola, criou mais chances de gol e teve maior número de escanteios. Mas não conseguiu o mais importante: o domínio no placar. O primeiro gol da partida veio de um ataque norte-americano pela esquerda da defesa brasileira. Aos 10 minutos, em bola chutada para dentro da área, Dempsey apareceu e, com inteligência, desviou no cantinho do gol defendido por Júlio César. O Brasil abusava das tentativas de cruzamento direto da intermediária dos Estados Unidos, sem chegar à linha de fundo. Como resultado, a zaga norte-americana – bem posicionada – não tinha dificuldades em cortar de cabeça. O time também não soube aproveitar os espaços pela direita do ataque, sobretudo com Maicon. Quando tentou inverter o jogo, o Brasil criou boas chances. André Santos recebeu a bola dentro da área e desperdiçou a oportunidade mais clara do Brasil no primeiro tempo. A pressão brasileira cedia espaço para o contra-ataque norte-americano. Foi em uma dessas jogadas que os Estados Unidos ampliaram o placar. Aos 26 minutos, Donovan recebeu o passe e, em velocidade, aplicou um drible desconcertante em Ramires, mandando para o fundo das redes. Com dois gols, os surpreendentes norte-americanos saíram para o intervalo virtualmente como campeões. No segundo tempo, no entanto, o Brasil conseguiu o que parecia impossível.

A pergunta que não quer calar: quais desses jogadores irão à Copa do Mundo? FONTE: ClicRBS

A pergunta que não quer calar: quais desses jogadores irão à Copa do Mundo? FONTE: ClicRBS

A virada começou de forma fulminante, com menos de um minuto. Na bola cruzada rasteira, Luís Fabiano dominou de costas para o gol e já virou chutando, descontando para o Brasil e garantindo a artilharia isolada da competição. Aos 15 minutos, o lance mais polêmico do jogo. Kaká finalizou de cabeça na área dos Estados Unidos; a bola entrou, mas o juiz não viu, e goleiro norte-americano espalmou de dentro da meta. Depois do susto, os Estados Unidos tentou retomar um pouco o controle do jogo e esfriar a Seleção Brasileira. Mas o empate verde-amarelo, de qualquer forma, viria logo depois, novamente com Luís Fabiano. Aos 28 minutos, o Brasil chegou pela esquerda com Robinho, no bate-rebate a bola tocou na trave, subiu e o artilheiro colocou de cabeça para o fundo das redes. Após o gol de empate, a pressão seguiu sendo brasileira, e a virada parecia questão de tempo. Dez minutos depois, aos 38 minutos, Lúcio arrematou de cabeça a bola cruzada de um escanteio e garantiu o título. Com a vantagem no placar, o Brasil apenas tocou bola e esperou o final do jogo.

Na decisão do terceiro lugar não foi diferente. Muita emoção, comoção, nervos a flor da ele, luta, transpiração, entre outros ingredientes  que fazem parte de um jogaço de bola. Depois de perder para os Estados Unidos na semifinal, a seleção espanhola por pouco não passou vexame na Copa das Confederações. A primeira colocada no ranking da Fifa precisou ir à prorrogação para vencer a África do Sul por 3 a 2 e assegurar o terceiro lugar do torneio. Güiza (dois), pela Espanha, e Mphela (dois) fizeram os gols no tempo normal. Xabi Alonso marcou o gol da vitória espanhola na prorrogação disputada no estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo. A partida foi cheia de emoção. O primeiro gol do jogo foi sul-africano, já aos 28 do segundo tempo. A Espanha virou com gols seguidos, aos 43 e 44. Mas a África do Sul voltou a empatar aos 48. Na prorrogação, as duas seleções tiveram chances, mas uma falta de Xabi Alonso selou o destino do jogo, o que não impediu que o time de Joel Santana saísse de campo de cabeça erguida. O primeiro tempo foi burocrático por parte da Espanha. O time pouco criou e ainda foi ameaçado pelos sul-africanos. O zagueirão Booth por duas vezes teve a chance de fazer 1 a 0. Primeiro, o camisa 14 completou um cruzamento e errou o alvo. Depois, Booth pegou rebote de chute de Tshabalala e voltou a mandar para fora. Na segunda etapa, o técnico Vicente del Bosque trocou os atacantes Fernando Torres e David Villa por Dani Güiza e David Silva, aos 12 minutos. A nova força ofensiva fez a Fúria melhorar levemente. Os dois deram trabalho ao goleiro Khune, que fez boas defesas para manter o placar sem gols. Joel Santana resolveu então ousar um pouco mais e lançou o atacante Mphela na vaga do meia Pienaar. Assim, a África do Sul chegou a seu gol aos 28 minutos. No desespero, o técnico espanhol sacou o volante Sergio Busquets e lançou o atacante Llorente. A blitz da Espanha deu certo e o time virou o placar com dois gols no finzinho, aos 43 e aos 44, ambos com Dani Güiza. Quando tudo levava a crer que os Bafana Bafana estavam derrotados, o jogo teve mais um episódio inesperado. Aos 48 minutos, Mphela bateu falta da intermediária e acertou na gaveta, à direita de Casillas. Um golaço que levou a partida para a prorrogação. Logo no início do segundo tempo da prorrogação, a Espanha conseguiu chegar ao gol da vitória. Xabi Alonso bateu falta da esquerda, procurando a cabeçada de Llorente. Ninguém tocou na bola, que acabou por entrar direto no canto esquerdo do goleiro Khune. A África do Sul acusou o golpe e não conseguiu buscar novamente o empate. Os comandados de Joel chegaram a fazer uso de algumas jogadas ríspidas que não vinham sendo comuns no restante do jogo. No fim, a Espanha respirou aliviada e ficou com o terceiro lugar da Copa das Confederações. Haja coração pra tanta emoção num mesmo torneio…

Tchüss!!

Brasil Sofre Ante os Bafana-Bafana de Joel Santana Mas Vai à Final da Copa das Confederações

junho 26, 2009
Daniel Alves entrou como lateral-esquerdo e mudou totalmente a história do jogo. Procura-se lateral-esquerdo na Seleção Brasileira. FONTE: GloboEsporte.com

Daniel Alves entrou como lateral-esquerdo e mudou totalmente a história do jogo. Procura-se lateral-esquerdo na Seleção Brasileira. FONTE: GloboEsporte.com

Com um golaço de Daniel Alves aos 42 minutos do segundo tempo, o Brasil venceu a África do Sul por 1 a 0 nesta quinta-feira, no estádio Ellis Park de Johanesburgo. O lateral do Barcelona havia entrado na partida pouco antes, no lugar de André Santos. Ele bateu uma falta da esquerda, com o pé direito, com muita força, no canto esquerdo. O gol garantiu a vaga brasileira na final da Copa das Confederações. No domingo, a Seleção Brasileira enfrenta os Estados Unidos no mesmo estádio, podendo chegar à hegemonia na competição, pois soma dois títulos, assim como a França. O brasileiro Joel Santana, técnico dos sul-africanos, armou uma retranca que dificultou bastante o trabalho dos pentacampeões mundiais. Além disso, seus jogadores conseguiam dar trabalho à defesa do Brasil com jogadas de velocidade. O primeiro tempo foi bastante travado, com as duas equipes concentrando a bola no meio-campo. Desta forma, foram poucas as chances claras de gol. O meia Ramires foi o jogador mais perigoso do Brasil nos primeiros minutos com dois chutes fracos, que não assustaram muito o goleiro Khune. Já a África do Sul teve uma grande oportunidade aos 29. Mhlongo soltou a bomba da intermediária e Júlio César, bem colocado, espalmou, mandando para escanteio.  Perto do intervalo, o discreto Kaká subiu de produção e procurou levar a equipe ao primeiro gol. Aos 37, o meia fez ótima jogada pela esquerda, superou a marcação e chutou colocado da entrada da área. A bola passou à esquerda de Khune. Na sequência, os sul-africanos responderam com um outro chute de longa distância. Pienaar surpreendeu Júlio César com uma bomba. O goleiro brasileiro ainda tocou na bola com a ponta do dedo, mas o árbitro deu tiro de meta. Na volta do vestiário, o Brasil entrou com sérias dificuldades para superar a marcação. A equipe treinada por Joel chegava a ter 10 jogadores atrás da linha da bola. Perigo mesmo só aos 18, quando Luís Fabiano fez jogada pela direita e seu cruzamento bateu na zaga. Robinho pegou o rebote e mandou de voleio para fora. As duas seleções erravam demais e tudo indicava que a partida iria para a prorrogação. Tanto que Dunga só foi mexer aos 36, trocando André Santos por Daniel Alves, que atuou improvisado na lateral esquerda. O jogador do Barcelona mostrou ter estrela (assim como Dunga) e decidiu a partida aos 42. Ramires foi derrubado perto da área e Daniel se apresentou para a cobrança. Bastante concentrado, o lateral mandou uma bomba no canto esquerdo, sem chance para Khune. Campeões em 1997, contra a Arábia Saudita, e em 2005, contra a Argentina, os brasileiros terão pela frente agora os EUA, algozes da favorita Espanha. O jogo em Johanesburgo está marcado para as 15h30 de Brasília.

BRASIL 1 x 0 ÁFRICA DO SUL
Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson). Khune, Gaxa, Booth, Mokoena, e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden) e Modise (Mashego); Tshabalala (Mphela) e Parker.
Técnico: Dunga. Técnico: Joel Santana.
Gol: Daniel Alves, aos 42 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Felipe Melo, Daniel Alves, André Santos (BRA) e Masilela (AFS). Cartão vermelho: -.
Estádio: Ellis Park, em Joanesburgo. Data: 25/06/2009. Árbitro: Massimo Busacca (SUI). Auxiliares: Mathias Arnett (SUI) e Francesco Buragina (SUI).
Público: 48.049 pessoas

Tchüss!!

Brasil Show Massacra a Atual Campeã do Mundo e Estados Unidos Elimina a Sensação do Torneio

junho 21, 2009
O Fabuloso marcou mais uma vez. FONTE: ClicRBS

O Fabuloso marcou mais uma vez. FONTE: ClicRBS

Que venha a África do Sul de Joel Santana. Jogando um futebol rápido e objetivo, a Seleção Brasileira precisou apenas de 45 minutos para golear a Itália por 3 a 0 na tarde deste domingo, em Pretoria, na África do Sul, pela Copa das Confederações. Luís Fabiano (duas vezes) e Dossena (contra) marcaram os gols da partida, todos no primeiro tempo. Com o resultado, o Brasil terminou com 100% de aproveitamento e se classificou em primeiro lugar no Grupo B. Nas semifinais, vai enfrentar os donos da casa. Já a Itália pega o avião de volta para casa: com a vitória de 3 a 0 sobre o Egito, os Estados Unidos chegaram aos três pontos e se classificaram pelos critérios de desempate.

No primeiro tempo, a Seleção de Dunga mostrou um futebol como há muito não se via. Com toques rápidos no meio e muitas jogadas pelos flancos, passou com facilidade pela defesa italiana, considerada uma das melhores do mundo. Logo aos seis minutos, Ramires recebeu de Luís Fabiano e acertou o travessão. Era só o começo. A essa altura o Brasil já dominava o jogo. Atrás, Lúcio era implacável na marcação e Felipe Melo rápido na ligação para o ataque. Mas em vez de Kaká ou Robinho, a principal opção foi quase sempre Maicon. O lateral levou vantagem sobre a defesa italiana na maior parte das vezes em que foi acionado e parece ter deixado claro que é o dono da lateral-direita. A segunda chance do Brasil ocorreu aos 30 minutos. Maicon cruzou e Luís Fabiano cabeceou por cima. Aos 33, Lúcio foi para área aproveitar cobrança de escanteio e quase deixou o dele. Primeiro, driblou o marcador e chutou na trave. Logo em seguida, o capitão brasileiro pegou uma bola de primeira e obrigou o goleiro Buffon a fazer milagre. Claramente superior, o Brasil demorou a marcar. Mas quando a primeira a bola entrou na rede, o paredão italiano veio abaixo. Primeiro aos 37, com Luís Fabiano interceptando chute de Maicon e chutando no canto direito. Depois aos 42, em jogada de contra-ataque que começou com Kaká, passou por Robinho e terminou com Luís Fabiano colocando na rede. E por fim aos 44, em cruzamento de Robinho que Dossena fez contra. O Brasil reduziu o ritmo na volta do intervalo. Até demais. Já a Itália sabia que precisava de um gol para se classificar e voltou com três atacantes: Pepe entrou no lugar de Montolivo. A equipe de Marcelo Lippi dominou o meio-de-campo e Júlio César finalmente começou a jogar. A pressão foi forte, mas Lúcio e Luisão, que substituiu o machucado Juan, deram conta do recado. O placar não mudou e os campeões mundiais deram adeus ao torneio. Foi um verdadeiro chocolate. Robinho, mais uma vez, calou os seus críticos com uma atuação pra lá de convincente. Parece ter resgatado a alegria e o bom futebol dos tempos de Santos Futebol Clube. Luís Fabiano é um matador discreto, sem a marra e a “grife” de Romário, Adriano e outros. O Brasil vem dando show já faz mais de 4 jogos…


ITÁLIA (0)

Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; Pirlo, Montolivo (Pepe), De Rossi e Camoranesi; Toni (Gilardino) e Iaquinta (Rossi).
Técnico: Marcelo Lippi.

BRASIL (3)
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano
Técnico: Dunga.

Gols: Luís Fabiano, aos 37 e aos 42 minutos. Dossena (contra), aos 44 minutos do primeiro tempo. Cartões amarelos: Chiellini e Dossena (I). Arbitragem: Benito Archundia, auxiliado por Hector Vergara e Marvin Torrentera (trio do México). Estádio: Loftus Versfeld, em Pretoria (África do Sul).

Tchüss!!

Egito Faz História na Copa da Confederações e Brasil Goleia Fácil os EUA

junho 19, 2009
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Maicon esteve em tarde inspiradíssima como há tempos não se via... FONTE: Agência EFE

Maicon esteve em tarde inspiradíssima como há tempos não se via... FONTE: Agência EFE

Com as informações do GloboEsporte.com, sem o sufoco da estreia e dominando a partida desde o início, a Seleção Brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0, nesta quinta-feira, no estádio Lofus Versfeld, em Pretória, na África do Sul, e praticamente garantiu a classificação para a semifinal da Copa das Confederações. Maicon, Ramires, Miranda e André Santos entraram bem na equipe, deixando Dunga com aquele tipo de dúvida que é boa para qualquer técnico. O lateral chegou a balançar as redes, e o meia teve atuação de destaque, participando decisivamente de dois dos três gols. Robinho e Felipe Melo completaram o placar. Com seis pontos, o Brasil lidera o Grupo B. O Egito, que derrotou a Itália por 1 a 0 em Joanesburgo, e a própria equipe europeia dividem a segunda colocação com três pontos. Na rodada final do grupo, domingo, Brasil e Itália se enfrentam em Pretória, enquanto EUA e Egito jogam em Joanesburgo (os dois jogos serão realizados às 15h30, horário de Brasília). A seleção brasileira pode até perder por um gol que ainda assim se classifica, independentemente do resultado de EUA x Egito. Para ficar fora, o time de Dunga, que hoje tem saldo uma saldo positivo de quatro gols, teria de perder por dois de diferença para Itália (que tem saldo de um gol pró) e, ainda, os egípcios (saldo zero) precisariam vencer os americanos por, ao menos, três tentos de diferença. No próximo domingo, a seleção brasileira enfrenta a Itália, às 15h30 (de Brasília), novamente no estádio Lufus Versfeld para decidir o primeiro lugar no Grupo B. Se garantir a liderança, o Brasil encara o segundo lugar do Grupo A, que atualmente é a África do Sul, comandada por Joel Santana. Com o resultado, a seleção igualou a maior vitória em cima dos americanos. Em 1992, a seleção também havia vencido os Estados Unidos por 3 a 0, em um amistoso disputado em Fortaleza. Dunga resolveu poupar quatro titulares por causa do desgaste físico. O zagueiro Juan, os laterais Daniel Alves e Kleber e o meia Elano ficaram no banco. Miranda, Maicon, André Santos e Ramires entraram no time. E a vitória brasileira foi construída com a participação decisiva dos ‘reservas’, o que mostra que o grupo é forte. Maicon fez um gol e deu o passe para o outro. E Ramires participou da jogada do terceiro gol e deu o passe para Robinho marcar o segundo. Desde o início, a seleção pressionou. Principalmente pelo lado direito com as subidas de Maicon. Na bola parada, que vem sendo a grande arma brasileira nas últimas partidas, a equipe chegou logo ao primeiro gol. Aos sete minutos, Maicon bateu falta pela direita e Felipe Melo apareceu bem na segunda trave para cabecear para o gol, sem chance para o goleiro Tim Howard, que ficou no meio do caminho. Brasil 1 a 0. Foi o segundo gol do volante em sete jogos. Na comemoração, Dunga e Jorginho se abraçaram e vibraram muito no banco de reserva.A festa nas dependências do estádio ganhou em animação. Pouco menos de 40 mil torcedores (39.617) compareceram ao Loftus Versfeld, a maioria deles apoiando a seleção brasileira, que permaneceu no ataque mesmo com a vantagem. Robinho errou um chute dentro da área e perdeu a chance do segundo. Kaká fez boa jogada pela esquerda e na hora de cruzar para Luís Fabiano, um americano chegou para travar o lance. Mas o segundo gol saiu aos 20 minutos em um rápido contra-ataque. Kaká viu muito bem a arrancada de Ramires pelo meio e tocou. O meia avançou por mais de 30 metros e quando chegou na entrada da área, ele rolou para Robinho. Na cara do goleiro americano, o atacante chutou firme para balançar a rede. Na comemoração, o atacante voltou a colocar o dedo na boca fazendo o gesto da chupeta em homenagem ao filho Robson Júnior. Foi o 15º gol do atacante após a Copa de 2006 pela seleção. Ele é o artilheiro da “Era Dunga”. O Brasil tinha muitos espaços para contra-atacar. Kaká quase fez o terceiro. Ele arrancou do meio-campo, passou por um marcador, entrou na área e chutou. Mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Algumas pessoas no estádio chegaram até a achar que foi gol. Aos 27 minutos, Luís Fabiano roubou a bola na intermediária, avançou e chutou para fora. O Fabuloso, que queria marcar para homenagear a filha Giovanna, tentou novamente aos 36 minutos. O atacante recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Mas o goleiro Tim Howard defendeu firme. A seleção dominava a partida. Gilberto Silva tocou para Maicon na direita e correu para a área. Veio o cruzamento e o volante cabeceou por cima do travessão. E o primeiro tempo terminou 2 a 0. Com a seleção brasileira finalizando 11 vezes e os americanos apenas duas. Dunga não mudou o time para o segundo tempo. E os Estados Unidos começaram assustando com uma boa jogada de Altidore, que entrou na área, mas chutou por cima do gol de Júlio César. Mas a defesa estava sólida, com Miranda fazendo um bom papel ao lado de Lúcio e André Santos jogando como um terceiro zagueiro e apoiando muito pouco.  A seleção logo respondeu com Robinho. O atacante tentou um chute colocado no ângulo esquerdo foi bem defendido pelo goleiro Tim Howard. Logo depois, Kaká dominou na entrada da área, limpou o lance e chutou. Howard espalmou e evitou o terceiro gol. Aos 12 minutos, Sacha Kljestan fez falta dura em Ramires. Após muita reclamação de Dunga e da comissão técnica, o americano acabou expulso. O jogo, então, ficou mais tranquilo para a seleção brasileira. O terceiro gol saiu aos 17 minutos. Maicon tocou para Ramires, que rolou para Kaká, que devolveu de primeira para Maicon. O lateral deu, então, um toque sutil na saída do goleiro e ampliou. Um golaço. Com a partida decidida, Dunga resolveu tirar Kaká aos 24 minutos para poupá-lo e colocou Júlio Baptista. O camisa 10 foi ovacionado, principalmente com o barulho das vuvuzelas. Outro que saiu foi o atacante Luís Fabiano para a entrada de Nilmar. Pouco depois foi a vez do capitão Lúcio sair para a entrada de Luisão. Gilberto Silva passou a ser o capitão da seleção. Nos minutos finais, a equipe de Dunga tocou a bola para o lado e administrou o resultado, esperando o apito final.

BRASIL 3 x 0 ESTADOS UNIDOS
Julio César, Maicon, Lúcio (Luisão), Miranda e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires, Kaká (Julio Baptista), Robinho; Luís Fabiano (Nilmar). Howard; Spector, Onyewu, DeMerit e Bornstein; Dempsey, Bradley, Kljestan, Beasley (Casey) e Landon Donovan; Altidore (Feilhaber)
Técnico: Dunga Técnico: Bob Bradley
Gols: Felipe Melo, aos sete, e Robinho, aos 20 minutos do primeiro tempo; Maicon, aos 17 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Onyewu (Estados Unidos)

Cartão vermelho: Kljestan (Estados Unidos)

Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória, África do Sul Data:18/06/2009. Árbitro: Massimo Busacca (SUI). Auxiliares: Mathias Arnett (SUI) e Francesco Buragina (SUI).

Já Itália e Egito fizeram um daqueles jogos impossíveis de se contar apenas com números. Os campeões mundiais chutaram mais a gol, tiveram mais posse de bola, obrigaram o goleiro El Hadary a fazer grandes defesas e, mesmo assim, saíram do Estádio Ellis Park, em Joanesburgo, com a primeira derrota na Copa das Confederações . O Egito, mais eficiente, fez 1 a 0, gol de Homos, após cruzamento de um corner, e levou a decisão dos classificados do Grupo B para a última rodada. O triunfo impediu que o Brasil se garantisse nas semifinais por antecipação. Com o resultado, Itália e Egito somam três pontos, contra seis do Brasil e zero dos Estados Unidos. Na rodada final do grupo, domingo, Brasil e Itália se enfrentam em Pretória, enquanto EUA e Egito jogam em Joanesburgo. A seleção brasileira pode até perder por um gol que ainda assim se classifica, independentemente do resultado de EUA x Egito. Para ficar fora, o time de Dunga, que hoje tem saldo de gols 4, teria de perder por dois gols de diferença da Itália (hoje saldo 1) e, ainda, os egípcios (saldo zero) precisariam vencer os americanos por ao menos três gols de diferença. Com mais posse de bola, a Itália dominava o primeiro tempo, mas errava muito nas finalizações. Foram nove chutes a gol, mas apenas dois obrigaram o goleiro El Hadary a trabalhar. Primeiro aos 23 minutos, em bomba de Iaquinta de fora da área que o goleiro defendeu em dois tempos com dificuldade. E aos 25, o egípcio precisou voar para espalmar para fora o belo chute de Rossi.

Iaquinta parece não acreditar no que vê... FONTE: Agência EFE

Iaquinta parece não acreditar no que vê... FONTE: Agência EFE

Mesmo com três atacantes, a Itália praticamente só ameaçava com chutes de longe. Já o Egito tentava incomodar principalmente com as jogadas pela direita de Fathi. Mas fosse pelo alto ou por baixo, Cannavaro, de volta após lesão, mostrava a segurança habitual de quem já tem mais de 100 jogos pela seleção no currículo. Só aos 38, os campeões africanos conseguiram realmente levar perigo. Após boa jogada de Zidan e Aboutrika, Rabbou recebeu já dentro da área, mas demorou a concluir e permitiu o corte da zaga. Um minuto depois, Rabbou foi mais rápido e acertou grande chute, obrigando Buffon a mandar para escanteio. Na cobrança, a bola passou por De Rossi e encontrou a testa de Homos, que mandou com estilo no canto direito de Buffon. Egito 1 a 0. A Itália manteve seus três atacantes para o segundo tempo e aos oito minutos quase veio o empate. Quagliarella fez grande lançamento para Iaquinta, que conseguiu dominar livre, na marca do pênalti, mas na hora da conclusão foi abafado por El Hadary. Aos 17, Pirlo cobrou falta com muito perigo, a um palmo da trave esquerda de El Hadary. O técnico Marcello Lippi colocou Montolivo, Pepe e Luca Toni e a patida ficou ainda mais aberta. O Egito saia rápido nos contra-ataques, aproveitando o campo aberto, mas não conseguia finalizar. E a Itália seguia perdendo chances. Aos 23, Pepe cruzou da direita e a bola atravessou toda a área, sem que Luca Toni e Iaquinta a alcançassem. Cinco minutos depois, Montolivo perdeu uma das chances mais claras do jogo. De cara para o gol, mandou em cima de El Hadary. Aos 31, Cannavaro perdeu a bola na intermediária e Aboutrika mandou um canudo sobre o gol de Buffon. No minuto seguinte, foi a vez da Itália assustar. Pirlo cruzou e Iaquinta pegou de primeira, na entrada da pequena área, para defesa espetacular de El Hadary em cima da linha. E aos 40, Iaquinta tentou cruzar e ia fazendo um golaço. Ia, não fosse a sorte ter escolhido o Egito na noite desta quinta-feira. E a bola do italiano, caprichosamente, acertou a trave. Pirlo, de falta, ainda tentou o empate pouco antes do fim, mas o tirou saiu por cima do gol. O último suspiro italiano foi nos acréscimos, em cobrança de escanteio. Até o goleiro Buffon foi para a área egípcia tentar o empate, mas os africanos se seguraram e conseguiram uma vitória histórica.

EGITO 1 x 0 ITÁLIA
El Hadary, Hani Said, Ahmed Said, Gomaa e Moawad (Faraq); Fathi (Ahmed Hassan), Abd Rabbou, Shawky e Homos; Zidan (Eid) e Aboutrika. Buffon, Zambrotta, Chiellini, Cannavaro e Grosso; Gattuso (Montolivo), De Rossi, Pirlo e Giuseppe Rossi (Luca Toni); Quagliarella (Pepe) e Iaquinta.
Técnico: Hassan Shehata. Técnico: Marcello Lippi.
Gol: Homos, aos 40 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Eid, El Hadary e Gomaa (EGI). Cartão vermelho: -.
Estádio: Ellis Park, Joanesburgo. Data: 18/06/2009. Árbitro: Martin Hansson (SUE). Auxiliares: Henrik Andren (SUE) e Fredrik Nilsson (SUE).

Tchüss!!

Zidane Egípcio Quase Acaba com Invencibilidade de 1 Ano da Seleção Canarinho

junho 16, 2009
Zidan comemora o seu segundo gol ante o selecionado brazuca, para admiração de um desolado Elano. FONTE: ClicRBS

Zidan comemora o seu segundo gol ante o selecionado brazuca, para admiração de um desolado Elano, à esquerda na foto. FONTE: ClicRBS

O Brasil quase deu vexame na estréia na Copa das Confederações, nesta segunda-feira, no Free State Stadium, em Bloemfontein, na África do Sul. Depois de sair vencendo por 3 a 1, cedeu empate para o Egito. E o pior: estava levando um sufoco no adversário. Sorte que, aos 45 do segundo tempo, Kaká marcou de pênalti e garantiu a vitória da Seleção por 4 a 3. A partida começou eletrizante. Logo aos quatro minutos, um golaço. Kaká recebeu na entrada da área, deu um balãozinho no adversário, ainda ajeitou a bola antes de bater na saída do goleiro El Hadary: 1 a 0. Quatro minutos depois, veio o primeiro susto. Depois de um cruzamento da ponta direita, Zidan subiu mais alto que Daniel Alves e cabeceou para as redes. Mas o Brasil não se intimidou. Aos 11, Kaká cobrou falta da meia-direita e encontrou Luis Fabiano na área, para desviar para o gol, de cabeça. Juan quase ampliou aos 23, depois de completar uma cobrança de escanteio. Mas aos 37, o zagueiro não desperdiçou, aproveitando uma nova cobrança de Elano e testando forte para o gol: 3 a 1. Parecia que seria uma vitória fácil, uma goleada. O Brasil tocava bem a bola no segundo tempo quando foi surpreendido pelo adversário em um intervalo menos do que dois minutos. Aos nove, Shawky marcou ao bater da entrada da área. Instantes depois, Zidan foi lançado livre e chutou forte na saída de Júlio César: 3 a 3. O gol atordoou os brasileiros e era o Egito que continuava atacando e pressionando, principalmente com chutes de fora da área. Dunga tentou mudar colocando Ramires e Alexandre Pato no lugar de Elano e Robinho, respectivamente. Não deu certo, o Egito continuava melhor e o técnico brasileiro se irritava com a atuação. O primeiro chute a gol no segundo tempo foi somente aos 32, com uma batida de Kaká, de fora da área. Pouco participativo em campo, Kleber era substituído por André Santos. Quando o jogo parecia que iria terminar empatado, o lance salvador, aos 45. Depois de cobrança de escanteio, Lúcio bateu e o zagueiro Al Muhamadi tirou a bola com o antebraço: pênalti e expulsão do jogador. Kaká cobrou bem e garantiu a difícil vitória em 4 a 3.

Sete jogadores brasileiros reclamam de pênalti no lance mais polêmico da Copa das Confederações. FONTE: ClicRBS

Sete jogadores brasileiros reclamam de pênalti no lance mais polêmico da Copa das Confederações. FONTE: ClicRBS

Na verdade, quem salvou o Brasil não foi Lúcio, que cavou o pênalti ao arrematar o cruzamento em direção ao gol. Da mesma forma, não foi Kaká, o autor do gol de pênalti. Quem salvou o Brasil foi o sistema de comunicação do quarteto de arbitragem. O juiz havia marcado escanteio. Sete jogadores brasileiros reclamavam com veemência da não marcação de pênalti. No replay ficou claro que o zagueiro egípcio usou o braço para não permitir a entrada da pelota na meta. Foi então que o árbitro ouviu alguma informação de um dos seus auxiliares, e não só marcou o pênalti, como também expulsou o zagueiro que o fez. Atitude corretíssima. Justeza. Mas convenhamos: Robinho caminhou em campo, Kléber foi ridículo, Felipe Melo troteou o tempo todo e Pato não é jogador de Seleção Brasileira. A seleção de Dunga completou 1 ano de invencibilidade (a última derrota foi nas Eliminatórias pra Copa, em derrota sofrida ante o Paraguai, em Assunção, pelo placar de 2 a 0). Zidan se mostrou um atacante muito perigoso, ágil e de arremate fácil. Ótimo jogador esse centroavante do Borussia Dortmund/ALE. Se eu fosse dirigente do Grêmio, faria uma breve “sondagem” ao atleta.  No outro jogo válido pelo Grupo B da Copa das Confederações, a Itália venceu de virada os Estados Unidos da América por 3 a 1 (Rossi marcou duas vezes para a Azzurra e De Rossi fechou o marcador; Donovan fez o gol americano). Pelo Grupo A, que teve seus jogos celebrados no domingo, a Fúria Espanhola trucidou a Nova Zelândia por 5 a 0 (com 3 gols de “El Niño” Torres) e a África do Sul de Joel Santana, anfitriã do torneio, empatou em 0 a 0 com o Iraque do folclórico Bora Milutinovic (treinador que já levou à Copa do Mundo a Nigéria, o México, entre outras seleções).

Tchüss!

Brasil Vence o Selecionado do Gordinho Cabañas e Lidera Isoladamente as Eliminatórias Sul-americanas

junho 11, 2009
Robinho faz a sua comemoração característica ao marcar o gol de empate brazuca.

Robinho faz a sua comemoração característica ao marcar o gol de empate brazuca.

O Brasil venceu o Paraguai por 2 a 1, nesta noite de quarta-feira, pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas à Copa do Mundo de 2010. A partida foi disputada no Estádio do Arruda, em Recife (PE). De virada, Robinho e Nilmar fizeram os gols brasileiros. Com o resultado, a Seleção Brasileira se isola na liderança das Eliminatórias Sul-Americanas, com 27 pontos. Já o Paraguai, com a vitória do Chile sobre a Bolívia também nesta quarta-feira, caiu para a 3ª colocação, com 24 pontos. Os chilenos estão com 26, ocupando agora o 2º lugar. O Brasil começou bem. Avançou a linha de meio-campistas ofensivos, marcou no campo de ataque, e arriscou conclusões de fora da área. Kaká e Robinho buscavam tabelas com  Nilmar, que se propunha ao pivô de costas para a marcação, mas pouca efetividade demonstrava. Mas aos 25min do 1º tempo a assombração do “gordinho” Cabañas se materializou. O fofinho atacante paraguaio, que já fizera um gol na única derrota do Brasil nestas Eliminatórias (Paraguai 2 a 0, no dia 15 de junho de 2008, pela 5ª rodada), sofreu falta. Cabañas mesmo cobrou, tendo tomado apenas dois passos da bola. E quase um ano depois, marcou. O chute desviou em Elano, traindo Júlio César. Festa paraguaia em Recife. Deveras, Cabañas nasceu por pelo menos duas razões precípuas: para comer até não poder mais, e para fazer gols em equipes brasileiras (seja contra a Seleção, seja contra os clubes do Brasil). Entre todos os jogadores do Brasil na etapa inicial, talvez ninguém tenha se apresentado tão abaixo do normal quanto Robinho. Aberto no lado esquerdo, ele se esforçou, apresentou-se para as jogadas, correu, porém, errou passes, e duas vezes deixou a bola escapar pela lateral. O comentarista da Rádio Gaúcha, fiel crítico do jogador, Wianey Carlet, deveria estar dando pulos de alegria. Faltando cinco minutos para o intervalo, entretanto, Robinho salvou o Brasil. E salvou a própria atuação, até então apagada. Daniel Alves cruzou do lado direito, e Robinho se infiltrou na pequena área, pegando de primeira, com a perna esquerda: Brasil 1 a 1, aos 40min. Apesar da boa participação em tabelas, Nilmar não conseguiu chutar a gol na etapa inicial. Estatística que caiu por terra logo aos 4min do 2º tempo. Nilmar levou muita sorte na sua primeira conclusã a gol. Ele recebeu na área, tentou o passe com o peito para Robinho, a bola respingou no zagueiro voltando para o seu domínio, e  Nilmar bateu na saída do goleiro, virando o jogo: Brasil 2 a 1. Nota: a bola ainda desviou no carrinho do zagueiro Paulo da Silva, que quase partiu Nilmar ao meio tamanha a violência, traindo o goleiro Villar. A bola rolou mansa e lentamente até o fundo das redes, acompanhada por Robinho (que estava impedido, e levantou as mãos para mostrar que não participava do lance). Vencendo em casa, e de virada, o Brasil passou a controlar a partida. E a Seleção Brasileira adotou a postura que mais lhe agrada desde a chegada de Dunga: o contra-ataque. Robinho e Pato, que substituiu Nilmar, quase marcaram em jogadas rápidas. Com três atacantes, o Paraguai tentou pressionar, mas sem criar chances. E sob tímidos gritos de “olé” dos torcedores, o Brasil sustentou a vitória de virada. Pato perdeu duas grandes chances de marcar, e parece não ser um jogador à altura da Seleção Brasileira. O próximo jogo do Brasil pelas Eliminatórias é o grande clássico contra a Argentina. A partida está marcada para o dia 05 de agosto, um sábado, às 16h (horário de Brasília). E o confronto terá caráter decisivo, ao menos para o time treinado por Don Diego Maradona. Depois de perder para o Equador por 2 a 0, nesta quarta-feira, a Argentina está apenas dois pontos acima da zona da repescagem. Hoje, a Argentina é a 4ª colocada da chave Sul-Americana. Quem terminar as Eliminatórias no 5º lugar não garante vaga direta à Copa do Mundo de 2010, e precisará passar por uma respescagem contra um representante da Concacaf. E para o Brasil, o jogo pode valer a classificação matemática antecipada para a Copa do Mundo. Indício de jogo em altíssima temperatura na Argentina, valendo o cargo de Diego Maradona.

Brasil 2×1 Paraguai – Eliminatórias Sul-Americanas
Dia
: 10 de junho de 2009 (quarta-feira).
Local: Estádio do Arruda, em Recife (PE).
Arbitragem: Óscar Ruiz, auxiliado por Abraham González e Wilson Berrío (trio colombiano).
Gols: Cabañas (P), aos 25min; Robinho (B), aos 40min, no 1º tempo. Nilmar (B), aos 4min, no 2º tempo.
Cartões amarelos: Felipe Melo, Lúcio e Ramires (B); Victor Cáceres e Júlio César Cáceres (P).
Público: 55.258 (pagantes); 56.682 (total).
BRASIL PARAGUAI
Julio César; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kleber; Felipe Melo, Gilberto Silva, Elano (Ramires), Kaká e Robinho (Kleberson); Nilmar (Pato). Villar; Verón, Paulo Da Silva, Julio César Cáceres e Caniza; Bonet (Benítez), Víctor Cáceres, Ledesma (Aquino) e Riveros; Martínez (López) e Cabañas.
Técnico: Dunga. Técnico: Gerardo Martino.

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Classificação atual

pos. equipes PG J V E D GP GC SG %

Brasil 27 14 7 6 1 25 6 19 64 B5DA8F
Chile 26 14 8 2 4 23 14 9 61
Paraguai 24 14 7 3 4 20 13 7 57
Argentina 22 14 6 4 4 19 15 4 52
Equador 20 14 5 5 4 18 20 -2 47 EFDEE1
Uruguai 18 14 4 6 4 23 16 7 42
Colômbia 17 14 4 5 5 7 11 -4 40
Venezuela 17 14 5 2 7 17 24 -7 40
Bolívia 12 14 3 3 8 19 30 -11 28
10º Peru 7 14 1 4 9 7 29 -22 16

Tchüss!!

Centenariazo

junho 8, 2009
Brazucas comemoram o gol de Daniel Alves. FONTE: GloboEsporte.com

Brazucas comemoram o gol de Daniel Alves. FONTE: GloboEsporte.com

Enquanto os brasileiros aproveitavam o domingo para comemorar a goleada histórica em cima da Seleção Uruguaia, mais conhecida como “La Celeste”,  dentro do majestoso Estádio Centenário, por 4 a 0, que rendeu a liderança da Seleção Brasileira nas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo, os jornais uruguaios lamentavam a derrota, considerada por eles como humilhante. Algumas publicações chegam ao ponto de garantir que esta foi a pior derrota da Celeste dentro do principal estádio do país.  O “El País”, em sua versão virtual, destaca a manchete “Demos uma mão: o Brasil teve uma ajuda para ganhar”. O jornal lamenta a falha incrível do goleiro Sebastián Viera e completa: “Aí não há equipe ou tática que funcione, se aos doze minutos de jogo uma bola sem muita importância, chutada de longe, passa na frente do nariz do goleiro e morre na rede”.  Já em sua versão impressa, o mesmo “El País” fala dos “quatro golpes” sofridos pela seleção uruguaia e acrescenta com o seguinte texto: “Não há palavras suficientes para descrever a dor do jogo. O Futebol pode ser charmoso mas também pode ser cruel e esta tarde foi com os uruguaios”. Por fim, não deixa de ressaltar a grande atuação do goleiro brasileiro: “O Uruguai perdeu chance atrás de chance debaixo das traves, diante de um Julio Cesar brilhante.” O “La República” usa um verso da música “A Felicidade”, de Tom Jobim: ‘Tristeza não tem fim… 4-0’. O mesmo jornal ainda faz uma brincadeira com uma recente declaração do presidente brasileiro: “Então Lula, não éramos amigos?”. No fim, completa de forma ainda mais enfática: “A seleção uruguaia sofreu a pior humilhação em sua história, sendo goleada por um contundente 4 a 0.” O “Espectador” traz em sua capa: “Brasil esmagou o Uruguai. O Centenário lotado esperava ansioso o clássico contra o eterno rival do norte. Nem o mais pessimista imaginava o resultado final.”

Previsão uruguaia de novo "macaranazo" na Copa de 2014 serviu de inspiração para o selecionado de Dunga pelo visto...

Previsão uruguaia de novo "macaranazo" na Copa de 2014 serviu de inspiração para o selecionado de Dunga pelo visto...

O fato é que o Brasil patrolou o Uruguai neste domingo. Tudo bem que Júlio César perou dois milagres, pelo menos, e que Viera levou um baita frango no primeiro gol brazuca, o qual foi anotado pelo ótimo lateral Daniel Alves, mas a Seleção Brasileira teve uma atuação segura e convincente. Há tempos não via o Brasil jogar tão bem em jogos oficiais. Estava cansado já de assistir o Brasil jogando bem em amistosos e indo muito mal em jogos oficiais. Pois o selecionado de Dunga deu uma grande resposta à mídia nesta domingueira fria no sul do Continente Americano. Juan marcou o 2 a 0 após duas tentativas de cabeça, possibilitadas por dupla falha de marcação da zaga uruguaia, que sequer saltou em um dos lances com o beque brasileiro. Luís Fabiano no terceiro gol, após ótima trama do meio-campo tupiniquim, desferiu um petardo a 119 km/h para o gol do pobre Viera. No último gol, após sofrer pênalti (infantil), sem bola, do zagueiro Valdez, Kaká bateu com personalidade a penalidade máxima, e de chapa. Com a expulsão de Luís Fabiano, ao final do jogo, Alexandre Pato e Nilmar brigam pela sucessão do “Fabuloso”. Com a goleada, dizimou-se um tabu que já durava 33 anos sem vitórias brasileiras no Centenário. O campo sofrível não evitou o show da Seleção Brasileira. O próximo jogo do líder das Eliminatórias com 24 pontos é ante o decadente vice-líder Paraguai, também com 24 pontos, no Estádio do Arruda, em Recife-PE. Jogaço de bola a ser conferido por todo o planeta!

URUGUAI 0 x 4 BRASIL
Viera, Maxi Pereira, Valdez, Godín (Cavani) e Martín Cáceres; Jorge Martínez, Diego Pérez (Abreu), Eguren e Alvaro Pereira (Alvaro Fernández); Suárez e Forlán. Julio César, Daniel Alves, Lúcio, Juan, Kleber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká (Josué); Robinho (Julio Baptista) e Luis Fabiano.
Técnico: Oscar Tabárez. Técnico: Dunga.
Gols: Daniel Alves, aos 11, e Juan, aos 35 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 7 minutos, e Kaká, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Valdez e Eguren (URU). Cartões vermelhos: Luis Fabiano (BRA) e Maxi Pereira (URU).
Estádio: Centenário, Montevidéu (URU). Data: 06/06/2009. Árbitro: Saúl Laverni (ARG). Auxiliares: Gustavo Esquivel (ARG) e Ariel Bustos (ARG).

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Tchüss!!

você torce para a seleção?

junho 8, 2009

0,,21005194-EX,00foto: Agência/Reuters

Dunga x dupla gre-nal

maio 21, 2009

Inegável a falta que Victor e Nilmar deixaram nos elencos de Grêmio e Inter. O problema é que ambos os times estão em retas finais de campeonatos. Justamente quando é preciso força máxima.

A dupla deixará que Dunga leve os jogadores assim sem dó nem piedade?

Segue a lista completa dos convocados para a Eliminatórias e Copa das Confederações.

Goleiros:
Júlio César (Inter de Milão/ITA)
Gomes (Tottenham/ING)
Victor (Grêmio)

Zagueiros:
Lúcio (Bayern de Munique/ALE)
Alex (Chelsea/ING)
Juan (Roma/ITA)
Luisão (Benfica/POR)

Laterais-direitos:
Maicon (Inter de Milão/ITA)
Daniel Alves (Barcelona/ESP)

Laterais-esquerdos:
Kleber (Inter)
André Santos (Corinthians)

Volantes:
Gilberto Silva (Panathinaikos/GRE)
Josué (Wolfsburg/ALE)
Felipe Melo (Fiorentina/ITA)

Meias:
Kaká (Milan/ITA)
Elano (Manchester City/ING)
Júlio Baptista (Roma/ITA)
Anderson (Manchester United/ING)
Ramires (Cruzeiro)

Atacantes:
Luís Fabiano (Sevilla/ESP)
Robinho (Manchester City/ING)
Alexandre Pato (Milan/ITA)
Nilmar (Inter)

sem o melhor

março 27, 2009

A confirmação que Kaká está fora do jogo contra o Equador deve ter deixado Dunga preocupado. Afinal de contas, Kaká vem sendo o grande jogador da seleção brasileira. Tudo bem que Robinho quando veste a camisa amarelinha nem parece o mesmo jogador que joga na Inglaterra. Mas mesmo assim o Brasil sem Kaká perde, no mínimo, um grande articulador da equipe. Além da técnica e da força de Kaká.

Será que Ronaldinho conseguirá substituí-lo?


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