Gre-Nal 384: Primeiro Clássico “Internacional” – Imortal Banguzinho 2×1 Inter B

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Bruce Lins (apelido dado pela torcida gremista ao jogador) aproveitou a única chance que teve para decretar a vitória gremista no Gre-Nal 384. FONTE: Valdir Friolin

Bruce Lins (apelido dado pela torcida gremista ao jogador) aproveitou a única chance que teve para decretar a vitória gremista no Gre-Nal 384. FONTE: Valdir Friolin

O Inter B se reapresentou em dezembro de 2010. Todos os profissionais do Grêmio se apresentaram há 24 dias atrás. O Inter B estava com mais ritmo de jogo, mais preparado, porém, o Banguzinho gremista tinha melhor qualidade técnica, até porque, contava com 1 titular (Adilson) e alguns reservas imediatos (Diego Clementino, Vilson, Mário Fernandes e Marcelo Grohe).

Bruno Collaço comemora o gol de empate tricolor, admirado por um incrédulo Daniel (à esquerda na foto). FONTE: Valdir Friolin

Bruno Collaço comemora o gol de empate tricolor, admirado por um incrédulo Daniel (à esquerda na foto). FONTE: Valdir Friolin

O primeiro e único Clássico Gre-Nal disputado em terras estrangeiras não teve o público que merecia (apenas 7 mil pessoas). Foi uma peleia típica de Campeonato: sem muita qualidade técnica, mas extremamente brigado. O jogo foi muito centralizado. Muito “perde e ganha” de posse de bola. De qualquer modo, foi um Gre-Nal bem disputado. Houve muitas chances de parte a parte. O Imortal Banguzinho foi mais competente.



Diego Clementino perde o primeiro "gol feito" no Gre-Nal Estrangeiro. FONTE: Valdir Friolin

Diego Clementino perde o primeiro "gol feito" no Gre-Nal Estrangeiro. FONTE: Valdir Friolin

O Inter B não havia feito Grohe trabalhar até então, quando Guto abriu o placar aos 38min do primeiro tempo, após cobrança de escanteio e falha de Vilson (que não acompanhou o deslocamento do centroavante autor do tento). Diego Clementino, de atuação irregular, perdera 1 gol feito de fronte a Muriel, após passe perfeito de lençol por parte de Maylson, e haveria de perder outro, desta vez, sem goleiro na segunda etapa. O Banguzinho sentiu o gol e acabou o primeiro tempo pressionado pelo Inter B. No segundo tempo, o treinador gremista, Roger Machado, trocou ideias com Renato Portaluppi via telefone celular: saída de Vilson para entrada de Willian Magrão. Maylson passou para a lateral-direita, Mário Fernandes saiu da lateral-direita e foi para a zaga, e Willian Magrão ocupou no meio a função que era de Maylson. O Banguzinho atirou-se pra cima do Inter B. Ato contínuo, Lins substituiu Mithyuê, ainda no início do segundo tempo. Resultado: o Banguzinho mostrou que, tal como o time titular, é IMORTAL. Bruno Collaço empatou de falta, após falta cavada por Wesley (bom centroavante, pega pouco na bola, mas resolve quando a pelota chega nele; confirmou o que eu já havia visto na sub-20). Achei que houve falha do goleiro Muriel, pois a bola foi praticamente no meio do gol e fraca. Armou muito mal a barreira, tanto, que encobriu a sua visão.  Aos 27min do segundo tempo, veio “o golpe de misericórdia”: após chutão de Marcelo Grohe colocando a bola em jogo, o volante colorado Nathan deu uma rosca na pelota, a qual tomou uma trajetória estranha para trás, deixando Lins livre para desviar a bola do alcance do goleiro Muriel e aniquilar o clássico: 2 a 1 justo, e agora Lins passa a ameaçar o posto de 12º jogador de Diego Clementino. Grêmio é o ÚNICO invicto do Campeonato Gaúcho 2011, ÚNICO vencedor de um Gre-Nal realmente “internacional”…



Tchüss, fusballteigers!!

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