Zidane Egípcio Quase Acaba com Invencibilidade de 1 Ano da Seleção Canarinho

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Zidan comemora o seu segundo gol ante o selecionado brazuca, para admiração de um desolado Elano. FONTE: ClicRBS

Zidan comemora o seu segundo gol ante o selecionado brazuca, para admiração de um desolado Elano, à esquerda na foto. FONTE: ClicRBS

O Brasil quase deu vexame na estréia na Copa das Confederações, nesta segunda-feira, no Free State Stadium, em Bloemfontein, na África do Sul. Depois de sair vencendo por 3 a 1, cedeu empate para o Egito. E o pior: estava levando um sufoco no adversário. Sorte que, aos 45 do segundo tempo, Kaká marcou de pênalti e garantiu a vitória da Seleção por 4 a 3. A partida começou eletrizante. Logo aos quatro minutos, um golaço. Kaká recebeu na entrada da área, deu um balãozinho no adversário, ainda ajeitou a bola antes de bater na saída do goleiro El Hadary: 1 a 0. Quatro minutos depois, veio o primeiro susto. Depois de um cruzamento da ponta direita, Zidan subiu mais alto que Daniel Alves e cabeceou para as redes. Mas o Brasil não se intimidou. Aos 11, Kaká cobrou falta da meia-direita e encontrou Luis Fabiano na área, para desviar para o gol, de cabeça. Juan quase ampliou aos 23, depois de completar uma cobrança de escanteio. Mas aos 37, o zagueiro não desperdiçou, aproveitando uma nova cobrança de Elano e testando forte para o gol: 3 a 1. Parecia que seria uma vitória fácil, uma goleada. O Brasil tocava bem a bola no segundo tempo quando foi surpreendido pelo adversário em um intervalo menos do que dois minutos. Aos nove, Shawky marcou ao bater da entrada da área. Instantes depois, Zidan foi lançado livre e chutou forte na saída de Júlio César: 3 a 3. O gol atordoou os brasileiros e era o Egito que continuava atacando e pressionando, principalmente com chutes de fora da área. Dunga tentou mudar colocando Ramires e Alexandre Pato no lugar de Elano e Robinho, respectivamente. Não deu certo, o Egito continuava melhor e o técnico brasileiro se irritava com a atuação. O primeiro chute a gol no segundo tempo foi somente aos 32, com uma batida de Kaká, de fora da área. Pouco participativo em campo, Kleber era substituído por André Santos. Quando o jogo parecia que iria terminar empatado, o lance salvador, aos 45. Depois de cobrança de escanteio, Lúcio bateu e o zagueiro Al Muhamadi tirou a bola com o antebraço: pênalti e expulsão do jogador. Kaká cobrou bem e garantiu a difícil vitória em 4 a 3.

Sete jogadores brasileiros reclamam de pênalti no lance mais polêmico da Copa das Confederações. FONTE: ClicRBS

Sete jogadores brasileiros reclamam de pênalti no lance mais polêmico da Copa das Confederações. FONTE: ClicRBS

Na verdade, quem salvou o Brasil não foi Lúcio, que cavou o pênalti ao arrematar o cruzamento em direção ao gol. Da mesma forma, não foi Kaká, o autor do gol de pênalti. Quem salvou o Brasil foi o sistema de comunicação do quarteto de arbitragem. O juiz havia marcado escanteio. Sete jogadores brasileiros reclamavam com veemência da não marcação de pênalti. No replay ficou claro que o zagueiro egípcio usou o braço para não permitir a entrada da pelota na meta. Foi então que o árbitro ouviu alguma informação de um dos seus auxiliares, e não só marcou o pênalti, como também expulsou o zagueiro que o fez. Atitude corretíssima. Justeza. Mas convenhamos: Robinho caminhou em campo, Kléber foi ridículo, Felipe Melo troteou o tempo todo e Pato não é jogador de Seleção Brasileira. A seleção de Dunga completou 1 ano de invencibilidade (a última derrota foi nas Eliminatórias pra Copa, em derrota sofrida ante o Paraguai, em Assunção, pelo placar de 2 a 0). Zidan se mostrou um atacante muito perigoso, ágil e de arremate fácil. Ótimo jogador esse centroavante do Borussia Dortmund/ALE. Se eu fosse dirigente do Grêmio, faria uma breve “sondagem” ao atleta.  No outro jogo válido pelo Grupo B da Copa das Confederações, a Itália venceu de virada os Estados Unidos da América por 3 a 1 (Rossi marcou duas vezes para a Azzurra e De Rossi fechou o marcador; Donovan fez o gol americano). Pelo Grupo A, que teve seus jogos celebrados no domingo, a Fúria Espanhola trucidou a Nova Zelândia por 5 a 0 (com 3 gols de “El Niño” Torres) e a África do Sul de Joel Santana, anfitriã do torneio, empatou em 0 a 0 com o Iraque do folclórico Bora Milutinovic (treinador que já levou à Copa do Mundo a Nigéria, o México, entre outras seleções).

Tchüss!

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