Archive for the ‘Copa do Mundo’ Category

Pelo bem do futebol?

dezembro 2, 2010

A Fifa anunciou na tarde desta quinta-feira, em Zurique, na Suíça, que Rússia e Catar serão as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022.

Mas será que a Fifa decidiu levar a Copa do Mundo para Rússia e Catar pensando exclusivamente em expandir o futebol por lá?

Vale lembrar que os dois países escolhidos, principalmente o Catar, estão investindo fortemente em levar a seus países grandes eventos esportivos, como a Fórmula-1, por exemplo.

Sabendo que os bastidores da Fifa são nebulosos quando o assunto é financeiro, as escolhas não foram lá uma grande surpresa.

Venceu o futebol

julho 12, 2010

A Espanha jogou melhor que a Holanda. A Laranja tentou parar a Fúria com faltas e apostou no contra ataque como principal arma para levar a Copa. Porém, prevaleceu a técnica e o bom futebol jogado pelo time espanhol.

O time espanhol tem o melhor toque de bola do planeta. Tendo como base da sua seleção o time do Barcelona, a Fúria conquistou merecidamente seu primeiro título mundial. Dominando seus jogos com a posse de bola, a Espanha provou que um time para ser vencedor não precisa se encher de volantes brucutus e muito menos jogar na defesa.

Hoje, o futebol foi o grande vencedor.

Özil e seu chiclete

julho 11, 2010

Alemanha de 2014 e o renascimento uruguaio

julho 11, 2010

Até ser derrotada pela Espanha, a seleção alemã era a favorita para a conquista do título mundial. Hoje, sem alguns titulares, a seleção que conquistou o terceiro lugar deu uma pequena amostra de como será a Alemanha de 2014.

Com um grupo jovem e de qualidade, os alemães começam a montar uma ótima seleção para o Copa no Brasil. Tendo jogadores promissores como Müller e Özil no elenco, a Alemanha tem tudo para voltar a conquistar títulos importantes nos próximos anos.

O Uruguai foi a grande surpresa da Copa. A Celeste voltou a ser destaque no cenário mundial e por muito pouco não chegou a final. Foi bonito ver uma camisa com tanta mística e história brigar de igual para igual com as seleções mais fortes do planeta.

A Celeste está de volta. O futebol agradece.

Merecido

julho 7, 2010

A Espanha jogou muito. Foi dona do jogo e mereceu a classificação para sua primeira final de Copa do Mundo. Com um toque de bola de alta qualidade e uma marcação perfeita, despachou a favorita Alemanha e vai com tudo para a final.

A Fúria tem o melhor toque de bola do planeta. Seus jogadores sabem cadenciar bem o jogo e na base da calma e da técnica vão criando chances até marcar. O volume de jogo espanhol foi fundamental para sua vitória. Além disso, os espanhóis não deram espaços para o contra ataque alemão. Müller, suspenso pelo segundo cartão amarelo, via da arquibancada seu time completamente amarrado pela marcação adversária.

O time espanhol mereceu a classificação. No domingo teremos um novo campeão mundial. Alguém arrisca um palpite? Ou só o polvo vai dar seu pitaco?

Quase, Celeste!

julho 6, 2010

A sensação quando o juiz apitou o fim da partida foi de que o Uruguai poderia ter ganho da Holanda. O time de Forlán jogou melhor em boa parte da partida. Do momento em que tomou o primeiro gol até levar o segundo, os uruguaios mandaram na partida. Quando o placar marcava 1×1 o Uruguai dominava o jogo e o segundo gol era questão de tempo, porém, faltou qualidade ao ataque da Celeste. Suárez fez falta.

A Holanda, que não atuou de forma brilhante, teve em Robben seu principal destaque. No demais, o time holandês não repetiu a boa atuação que teve no segundo tempo do jogo contra o Brasil. Mas a qualidade e o erro de arbitragem no segundo gol da Laranja foram fundamentais para que a Holanda se classificasse para sua terceira final de Copa do Mundo.

A Celeste ressuscitou para o futebol. Sua campanha surpreendente colocou a alto estima do país nas nuvens. Uma nova safra de jogadores pode fazer com que o Uruguai volte a conquistar títulos e ser a terceira força da América do Sul.

Já a Holanda espera chegar ao seu primeiro título Mundial. Seja contra Alemanha ou Espanha, a Laranja deve jogar mais se quiser o caneco. Porém, merece respeito pois tem 100% de aproveitamento até agora. E tem no time Robben e Sneijder, jogadores que podem definir uma partida a qualquer momento.



Alemanha na frente

julho 4, 2010

Das quatro equipes que ainda disputam o título mundial, a Alemanha é a que vem apresentando o melhor futebol. Consequentemente, é a que desponta como grande favorita para conquistar o tetra campeonato.

A equipe alemã é a que jogou o melhor futebol até agora. Um futebol objetivo e de alta qualidade técnica de sua jovem seleção. Despachar a equipe de Maradona com uma goleada foi um feito e tanto. A Alemanha joga bem, tem camisa e ganha força na hora certa. Será difícil parar a equipe de Low.

O Fim da Era Felipe Melo

julho 2, 2010
Felipe Melo: o vilão brasileiro na Copa do Mundo de 2010. FONTE: Terra

Felipe Melo: o vilão brasileiro na Copa do Mundo de 2010. FONTE: Terra

Não sou anti-patriota. Não torci contra a Seleção Brasileira (e JAMAIS farei isso). Mas só se enganou com a Seleção quem quis. Era previsível. O famoso “anúncio de uma morte já anunciada”. O Brasil, todos sabem, foi mal convocado pelo Treinador Dunga. O Brasil, como todos sabem, não tinha peças de reposição. O Brasil, como todos sabem, não tinha um diferencial técnico da magnitude de um Ganso, quiçá um Ronaldinho Gaúcho. Participo do bolão da Copa do Mundo feito na minha academia. Apostei contra a minha pátria. Doeu-me na alma. Mas eu não podia me enganar. Apostei 2 a 1 pró Holanda. A acertei em cheio.

A Seleção Brasileira começou irresistível. Jogando bem pelas pontas, Michel Bastos anulando Arjen Robben, e Robinho, Juan e Maicon suando sangue pelo time. A defesa holandesa estava desnorteada. Sneijder não conseguia respirar com a marcação por zona feita por Gilberto Silva e Felipe Melo. Opa. Felipe Melo. De novo ele. Felipe Melo fez um estupendo lançamento para Robinho, às costas da defesa europeia, que bateu de prima, marcando um belo gol. Eu estava feliz. Estava errando meu palpite futebolístico. Meus grandes amigos Lucas Grave, Rodrigo Ortiz e Roberto Ortiz Jr. estavam brincando comigo, ora telefonando, ora enviando mensagens, asseverando que eu havia errado o resultado. Era cedo. Muito cedo.

O “até então herói”, Felipe Melo, com a chegada do segundo tempo, tornou-se “o velho conhecido vilão dos tempos de Grêmio”. Diretamente do “túnel do tempo”, calha recordar que Felipe Melo foi o  maior investimento da direção do Grêmio para o Campeonato Brasileiro de 2004. Vinha com cartaz de craque, tendo passado pelo Cruzeiro de Belo Horinzonte-MG. Com o passar dos jogos, Felipe Melo foi afundando o seu próprio time, sempre caindo nas provocações dos adversários, sempre com atos de indisciplina, alternando raros momentos de qualidade técnica. Aquele Grêmio de Felipe Melo, Cocito, Fábio Bilica, Christian, Cláudio Pitbull, Márcio, Capone, Yan, Jorge Mutt, e cia. haveria de ser rebaixado com antecedência de quatro longas rodadas (para a torcida gremista). Felipe Melo, sempre ele, pegou as suas coisas e foi jogar no Racing Santander-ESP, clube no qual voltou a aparecer para o futebol.

Recordo-me de um jogo: Real Madrid-ESP 0x1 Racing Santander-ESP. Adivinhem quem marcou o gol da vitória do Racing sobre os Merengues em pleno Estádio Santiago Bernabeu? Sim. Sempre ele. Felipe Melo. Naquele jogo, ele não esqueceu de jogar futebol. Ele não perdeu a calma. Tempos depois, Felipe Melo haveria de aparecer em clubes da Itália, até ser observado pelo atual (talvez ex) técnico da Seleção Brasileira.

Mas voltando ao jogo Brasil x Holanda, os comentaristas de SporTV e Rede Globo já previam que o temperamento de Felipe Melo era o amior problema para a continuidade daquele jogo. Júnior, Casagrande e Paulo César Vasconcellos avisaram. E não deu outra. Falha de Felipe Melo na primeira parte do segundo tempo, ao tentar passar de calcanhar uma bola na defesa. Preciosismo lamentável. Quase gol de Kuyt para a Holanda. Como Muricy Ramalho, atual treinador do Fluminense-RJ/BRA tantas vezes filosofou: “a bola pune”. No segundo erro de Felipe Melo, bola alçada na área por Sneijder, saída em falso de Júlio César que gritou com Felipe Melo (“é minha!!”), mas este último o atrapalhou: gol de Sneijder. Graças ao ato falho, um erro crasso, os Países Baixos ganhavam súbita esperança de derrotar a maior seleção de futebol do mundo. Michel Bastos vinha fzendo muitas faltas em Arjen Robben, mas realizava grande peleia. Após o cartão amarelo, Dunga viu-se na obrigatoriedade de substitui-lo. Gilberto substituiu Michel Bastos, e a lateral-esquerda do Brasil virou uma AVENIDA. Aproveitando-se desta avenida, Sneijder marcou o gol da virada da Laranja Mecânica, depois de um cobrança de escanteio resultante de uma jogada articulada por Van Persie e Robben na ala esquerda “defendida” por Gilberto. Na sequência, após disputa de bola com Robben, Felipe Melo desmoronou de vez. Fez falta e pisou na coxa do holandês. Era o velho Felipe Melo da época de Grêmio mais uma vez. Expulsão. O tiro de misericórdia na Seleção Canarinho havia sido dado. Os holandeses perderam gols incríveis na sequência. Um Brasil desfigurado lutou até os últimos segundos para tentar empatar aquele entrevero, mas era impraticável. Kaká jogou muito aquém do esperado. Era sabido. Um único arquiteto, em um time repleto de operários, não faz milagre. Este blogueiro já havia antecipado esta situação em post pretérito. Agora só nos resta aguardar a Copa de 2014. Meu palpite de que a Holanda sairá da fila e conquistará sua primeira Copa do Mundo segue vivo…

BRASIL (1) HOLANDA (2)
Julio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar). Técnico: Dunga Stekelenburg; Van der Wiel, Heittinga, Oojier e Van Bronckhorst; De Jong, Van Bommel e Sneijder; Kuyt, Robben e Van Persie.
Técnico: Bert van Marwijk

Gols: Robinho, aos dez minutos do primeiro tempo; Felipe Melo (contra), aos oito, e Sneijder, aos 22 minutos do segundo tempo
Cartão amarelo: Heitinga, Van der Wiel, De Jong, Ooijer (Holanda); Michel Bastos (Brasil). Cartão vermelho: Felipe melo.
Estádio: Nelson Mandela Bay (em Porto Elizabeth).
Data: 02/07/2010.
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP). Assistentes: Toru Sagara (JAP) e Jeong Hae-Sang (COR)

Tchüss!!

Efetivo

junho 29, 2010

Num jogo de poucas chances de gol, o Brasil teve mais qualidade e venceu facilmente a seleção chilena.

O Brasil, depois de ter feito 1×0 em um escanteio, explorou os contra-ataques, já que o Chile dava muito espaço ao time de Dunga. Ramires deu mais velocidade e qualidade no passe ao meio campo brasileiro. Daniel Alves também melhorou.

O jogo foi fraco. O time chileno chutou a primeira bola ao gol de Júlio César quase aos 30 minutos do segundo tempo. Porém, isso não é problema brasileiro. Fato é que a Holanda tem um time muito melhor do que o do Chile e o Brasil terá que jogar mais para poder passar de fase.

O óbvio

junho 26, 2010

Quando Dunga convocou a seleção uma coisa ficou clara: o plantel não apresentava qualidade. Hoje contra Portugal ficou mais que provado que o elenco brasileiro é limitado. Sem Kaká e Robinho, os únicos jogadores de grande qualidade do plantel, o time de Dunga teve grandes dificuldades para armar jogadas e teve uma má atuação.

Ficou clara a falta de qualidade do banco de reservas brasileiro. Júlio Baptista não tem condições de ser reserva de Kaká. Daniel Alves não foi bem no lugar de Elano. Será que jogadores que não foram convocados como Ronaldinho Gaúcho, Ganso, Hernanes, não dariam melhores opções ao professor Dunga?

Por sorte e competência, o caminho do Brasil (pelo menos até a final) é teoricamente fácil. O único time que pode impedir isso é a Holanda. Caso contrário, a seleção, com Kaká e Robinho no time, terá vida mansa até a final da Copa.

Espanha segue viva

junho 22, 2010

Deu resultado a modificação feita por Del Bosque ao colocar Torres ao lado de Villa no ataque espanhol. A Fúria teve mais volume de jogo e por consequência se fez mais presente no campo adversário. Tendo mais qualidade na hora do arremate, o time de Villa venceu a fraca Honduras por 2×0 e segue na briga pela vaga nas oitavas de final.

Porém, o time espanhol terá que jogar mais contra o Chile. A tendência é que a Suíça vença Honduras e chegue aos seis pontos. Com isso, a Fúria (que também está com três pontos) tem a obrigação de vencer o Chile para se classificar, como possui melhor saldo uma vitória simples lhe basta. Chile X Espanha será um dos jogos mais emocionantes da primeira fase da Copa. O time chileno vem muito bem no torneio e a Fúria jogará sua vida. Quem levará a melhor?

A melhora brasileira

junho 20, 2010

Evoluiu o futebol brasileiro. O confronto com um adversário de melhor qualidade e que deu mais espaço para a seleção brasileira jogar, fez com que o Brasil jogasse melhor. Com um bom toque de bola e sendo efetivo nas conclusões, o time de Dunga venceu ao natural a Costa do Marfim (3×1) e já está garantido na próxima fase da Copa.

Luís Fabiano voltou a marcar pela seleção, depois de seis partidas em branco, e foi o grande destaque brasileiro. Kaká também melhorou, deu dois passes para gol e se movimentou mais. Porém, Kaká ainda não mostrou na Copa suas arrancadas em velocidade. Fato este que deve acontecer nos próximos jogos. Com Luís Fabiano e Kaká pegando moral, a seleção vai ganhando forma.

A lamentar, só a arbitragem que deixou o pau comer e deu um gol (golaço diga-se de passagem) ilegal em favor do Brasil. Agora é pensar nas oitavas.

A irreconhecível Inglaterra

junho 18, 2010

No papel, a seleção inglesa tem um dos melhores times do mundo. Porém, Capello não consegue fazer com que a equipe jogue em alto nível como o esperado.

Além disso, os jogadores não conseguiram repetir as boas atuações que fazem no seus clubes quando entraram em campo na Copa. Rooney, Gerrard e Lampard estão devendo. E o pior, a Inglaterra corre sério risco de ser eliminado logo na primeira fase. O que seria um dos maiores fiascos da sua história. No jogo de hoje, se o adversário fosse um pouco mais forte, o time de Gerrard tinha perdido ao natural.

Capello terá muito trabalho pela frente. A Inglaterra corre perigo.

Uma França sem alma

junho 17, 2010

Lamentável as duas atuações da seleção francesa até agora. Um time com jogadores de qualidade como Ribéry, Malouda e Henry (reserva), não pode jogar um futebol tão pobre como este.

Raymond Domenech parece não conseguir dar um mínimo padrão de jogo a equipe. O time francês além de não ter nem um tipo de organização, também parece não ter a mínima capacidade de reação. Depois de ter tomado o primeiro gol do México, o time de Ribéry não demonstrou qualquer tipo de indgnação com o resultado. Os jogadores pareciam anestesiados com a situação. Não demorou e o time mexicano marcou o segundo.

A França está muito perto de ficar fora da Copa. Se isso acontecer logo na primeira fase, Domenech nem volta para Paris.

Robinho e mais nada

junho 16, 2010

Robinho foi o grande destaque da estreia brasileira. Foi o único que deu velocidade e criatividade no time brasileiro. Num meio campo burocrata de três volantes, e um Kaká sem ritmo de jogo e bem marcado, foi Robinho quem tomou a iniciativa e deu vida ao time de Dunga.

Maicon também foi destaque. Não só pelo gol, mas pelo fato de sempre aparecer para o jogo dando opções de jogadas para os armadores (?) brasileiros. Nilmar entrou bem e Luís Fabiano, prejudicado pela falta de criação do meio campo, teve uma atuação apagada.

A defesa – citado como ponto forte brasileiro – não pode tomar gol da Coreia. Dentro do padrão de jogadores convocados por Dunga, o time brasileiro teve atuação mediada. Mas não esperem mais, porque será isso a Copa toda.

JUNIGOL NA COPA

junho 13, 2010

DIA 3 – PRIMEIRA RODADA – GRUPO C

ARGÉLIA 0X1 ESLOVÊNIA

É amigos, quem não tem namorada e está em uma crise de herpes labial pode se dar ao luxo de dormir mais cedo no sábado e acordar no domingo para ver este “clássico” do futebol. E foi uma tortura do começo ao fim. Jogo muito ruim. Times bastante limitados. A Argélia do meio para trás erra poucos passes e toca bem a bola. Passando do meio campo não cria nada. Só passes forçados e lançamentos longos que 90% das vezes dão errado. A Eslovênia é exatamente a mesma coisa.

Jogo muito defensivo. Os times trocavam bolas interminavelmente de modo lento e previsível. As vezes a Argélia acelerava o jogo, mas sem sucesso. Dois lances definiram o jogo: A entrada do camisa 9 argelino Ghezzal aos 14 minutos do segundo tempo, que levou um cartão amarelo com 15 segundos em campo ( é isso mesmo!!! 15 segundos de jogo) e o segundo amarelo aos 27 do segundo tempo por colocar a mão na bola. A expulsão levou a Eslovênia a forçar mais o ataque e aos 33 minutos Koren chutou a gol e o goleiro argelino Chaouchi aceitou levando o segundo frango da Copa do Mundo.

Só com uma falha do goleiro para sair um gol num jogo tão ruim como este.

Craque: NENHUM. NINGUÉM JOGOU ABSOLUTAMENTE NADA

Pereba: Chaouchi

Troféu “Mentalmente Incapaz”: Ghezzal (primeiro lance entrou por trás e levou cartão, segundo lance pôs a mão na bola e foi expulso)

PRIMEIRA RODADA – GRUPO D

SÉRVIA 0X1 GHANA

 Primeira vitória dos africanos na Copa. Mas foi um jogo no máxmo razoável. A Sérvia no papel tem bons jogadores mas falta conjunto. Tem nomes conhecidos como Vidic (zagueiro no Man United) e Stankovic ( meia da Inter de Milão), mas eles não fizeram a diferença, tendo atuações discretas. A Sérvia na maior parte do tempo ficou na defesa e saia apenas nos contra ataques. Teve sua melhor chance de gol aos 30 minutos do segundo tempo quando num cruzamento Pantelic furou e Krasic  pegou a sobra e mandou uma bomba no meio do gol, espalmada pelo goleiro ganês Kingston.

Ghana segue o padrão das equipe africanas atuais. Tem um treinador europeu que tenta dar uma consistência tática ao time. São jogadores fortes fisicamente e com boa velocidade. Tem talvez o melhor toque de bola. Tomou a iniciativa do jogo.  Mas como as outras equipes africanas não tem bom acabamento das jogadas por isso não concluiu tanto quando poderia.

O gol ganês saiu de uma bobagem do zagueiro sérvio Kuzmanovic, que inexplicavelmente colocou a mão na bola após um cruzamento na área aos 39 do segundo tempo. Gyan cobrou e marcou. O mesmo Gyan aos 45 do segundo tempo recebeu um lançamento e concluiu na trave.

Craque: Gyan

Troféu “Alguém me viu?”: Deján Stankovic

Pereba: Kuzmanovic ( é futebol meu camarada, não volei)

ALEMANHA 4 X 0 AUSTRÁLIA

Sem sombra de dúvida o primeiro “vareio” da Copa do Mundo. Não dá para negar que, apesar da fragilidade da defesa australiana, que jogou em linha e tem laterais defensivamente muito fracos, a atuação alemã foi empolgante. Futebol de toques de bola com velocidade, uso constante das laterais com Lahm pela direita e Muller pela esquerda, Özil substituiu Ballack com sobras e foi o melhor em campo. Também jogaram bem Podolski e o brasileiro Cacau que fez o seu logo após ter entrado em campo.

No primeiro tempo a equipe alemã concluiu aos 6 minutos com Klose (perdeu um gol feito). O gol saiu aos 8 com cruzamento de Müller e Podolski mandou uma bomba de primeira, o goleiro australiano Schwarzer espalmou para dentro. Aos 21 Podolski não chegou a tempo e perdeu o gol, logo em seguida foi a vez de Klose perder outro gol. O segundo tento saiu aos 26, cruzamento de Lahm e gol de cabeça de Klose.

No segundo tempo Hollman entrou na seleção australiana e teve duas oportunidades para marcar, mas sem sucesso. Logo sem seguida Cahil foi expulso por falta violenta e a Alemanha retomou o controle do jogo e voltou a pressionar o adversário. Klose perdeu mais dois gols aos 13 e 20min. Müller fez o terceiro aos 23 em um belo chute rasteiro no canto e  Cacau logo após de entrar no lugar de Klose fez o quarto aos 25.

Um futebol bastante ofensivo, bem diferente da tradição germânica. Uma atuação de encher os olhos. Méritos para o treinador Joachim Löw. Alemanha com certeza promete.

Já a equipe australiana foi muito mal na defesa e bateu bastante. O goleiro apesar de falhar no gol de cabeça de Klose impediu uma massacre maior com várias defesas. Vai ter que melhorar muito para passar de fase.

Craque: Özil

Troféu Desperdício: Klose ( fez um mas perdeu um balaio de gols)

Troféu Lenhador: Cahil

JUNIGOL NA COPA

junho 13, 2010

E a bola já está rolando na África do Sul. Superando todas as incertezas por ser a primeira Copa no continenete africano, com uma festa belíssima e numa arena espetacular ( Soccer City) a XIX Copa do Mundo iniciou na última sexta-feira dia 11 de Junho de 2010, com o jogo inaugural entre Africa do Sul e México. E este que vos fala, humildemente, pretende acompanhar todos os jogos e passar para os amigos apenas o essencial sobre os jogos, sem firulas e embromações ( Porque aqui se joga no velho e bom 4-3-3 com ponteiros – rápido, simples e ofensivo).

É claro que não estou na África do Sul, ela não é “logo ali”. Mas se até o Falcão não viajou com o Globo e está acompanhando e comentando os jogos daqui, porque eu não poderia também? E ainda tenho a vantagem de não ter que passar o dia inteiro ouvindo as infames vuvuzelas.

E vamos dar início aos trabalhos:

PRIMEIRA RODADA GRUPO A

AFRICA DO SUL 1 X 1 MÉXICO

Jogo bastante disputado, a seleção africana começou nervosa, errando muitos passes. O México criou as primeiras situações tendo como destaque na articulação o jovem Giovanni dos Santos (ex- Barcelona) que jogou uma boa partida. Só não foi aberto o placar no primeiro tempo devido as boas defesas do goleiro africano Khune, e pela falta de participação do atacante mexicano Vela ( estava apagado o rapaz).

No segundo tempo a Africa do Sul começou a se aproveitar  do fator local e, empurrada pela torcida tomou a iniciativa do jogo. Mas o perigo mesmo era quando partia nos contra ataques, devido a passes de primeira e a alta velocidade dos seus jogadores. O primeiro gol surgiu numa destas jogadas, transição rápida da defesa parao meio campo, lançamento de Steven Pienaar  e um belo chute de canhota de Tchabalala ( segundo alguns analistas devido a seu estilo seria o “Tinga africano”).  Houve também um pênalti não marcado em Modise, e quando parecia que a vitória estava assegurada o empate mexicano veio com Rafa Marquez ( bola levantada da esquerda para direita na área e uma linha de impedimento malfeita – Mokoena dava condições). Quase no final houve uma bola na trave do atacante Mphela, deixando uma certa frustração na torcida africana.

Craque do Jogo: Tchabalala ( velocidade, boa técnica e um lindo gol)

Troféu ” Alguém me viu?”: Carlos Vela (sumido, não fez nada)

Pereba: Oscar Perez ( apenas 1,74m de altura e muita insegurança. Será que não tem outro goleiro melhor no México?)

O “Interminável”:  O mexicano Blanco ( 37 anos e uns quilinhos a mais, no primeiro lance deu uma canelada constrangedora)

FRANÇA 0 X 0 URUGUAI

Bah, esse jogo vai ganhar o “Troféu Latrina” pois devido a consulta médica só vi o primeiro tempo, e já tinha sido ruim. Todas as pessoas que perguntei disseram que o segundo tempo “foi uma m…”. Time francês com jogadores altos e fortes, mas faltando criação de jogadas, feitas quase exclusivamente por Ribéry. Gourcuff também chamado de “Petit Zidane” não entrou em campo e Govou perdeu um gol feito no início do jogo. O volante Diaby foi uma muralha no meio campo francês.

O Uruguai claramente entrou em campo respeitando demais a equipe francesa e demorou quase 20 minutos para começar a jogar. Apesar de inferior fisicamente compensou com muita disposição e, as vezes, alguma violência. Diego Forlán deu bastante trabalho a defesa adversária e Luis Suárez deu alguns chutes a média distância. O goleiro Muslera fez uma atuação segura. Mas o futebol uruguaio continua abusando da violência e Lodeiro conseguiu ser expulso mesmo entrando apenas no segundo tempo. No final o resultado foi justo.

Craque do Jogo: Diego Forlán

Troféu “Alguém me viu?”: Gourcuff

Pereba: Govou (errou um gol feito no início do jogo)

Troféu Lenhador: Lodeiro

A estreia dos Hermanos

junho 13, 2010

Os primeiros minutos da Argentina na Copa foram muito bons. Com velocidade e bom toque de bola, o time de Messi (que estava a fim de jogo) logo cedo abriu o placar.

A seleção de Maradona perdeu mais algumas chances, principalmente com Messi, que viu no goleiro nigeriano Enyeama seu grande obstáculo para a ampliação do placar.

É linda a camisa da Argentina, né?

No segundo tempo a Nigéria assustou a meta argentina. Jogando com velocidade, a partir de entrada de Martins, e aproveitando o lado direito da defesa hermana, fragilizado com a improvisação do meia Jonás Gutiérrez como lateral direito. Porém, faltou qualidade na hora de concluir.

Tirando o peso da estreia em uma Copa, fator que deve ser sempre ressaltado, o time de Maradona provou que não será o mesmo das eliminatórias.  Se acertar a marcação, dará trabalho.

A Convocação da Seleção Brasileira para a Copa da África de 2010

maio 14, 2010
Dunga e seu "exército de 1 homem só". FONTE: Site da CBF

Dunga e seu "exército de 1 homem só". FONTE: Site da CBF

ADJETIVOS À CONVOCAÇÃO DE DUNGA

A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de Futebol 2010, a qual será realizada pela primeira vez no Continente  Africano, foi extremamente conservadora, coerente e (até certo ponto) surpreendente. Conservadora por que manteve o grupo que o treinador Dunga vinha convocando, praticamente sem abrir exceções. Coerente por que a convocação foi feita dentro dos padrões estabelecidos (e sempre reiterados publicamente) pelo comandante do time. Até certo ponto surpreendente por que convocou atletas que pouco (ou nada) contribuirão para um possível título mundial do selecionado canarinho.

OS GOLEIROS

Como um todo, achei a seleção qualificada. Contudo, há poucos, mas graves equívocos. A primeira surpresa foi a ausência de Victor, melhor goleiro do Brasil na atualidade, capitão do Grêmio. O titular Júlio César (Internazionale/ITA) é unanimidade, simplesmente o maior do mundo. Tudo bem. Mas Gomes (Tottenham/ING) e Doni (Roma/ITA) são escolhas inconcebíveis. Gomes foi execrado do PSV Eindhoven/HOL, vem fazendo uma boa temporada, mas não é 100% seguro. Sua altura o prejudica em chutes rasteiros. E o que falar de Doni? Foi vaiado no Juventude-RS/BRA, seu empresário conseguiu levá-lo para a Roma/ITA sabe-se lá de que maneira, e hoje é reserva de outro brazuca JAMAIS convocado (Júlio Sérgio, o qual era reserva no Santos-SP/BRA). Ouvi a justificativa de Dunga sobre Doni e aceitei. Parece-me bastante plausível convocar ele pelos trabalhos prestados à Seleção Brasileira (foi titular fundamental na conquista da Copa América 2007, tendo brigado com a direção do seu clube para servir o Brasil), entretanto, Victor está “léguas a frente” de Gomes. Eu convocaria Fábio (Cruzeiro-MG/BRA) e Victor, ao invés de Gomes e Doni. Foi uma grande injustiça com Victor. Os jornalistas do SporTV Lédio Carmona, Paulo Vasconcellos e Milton Leite entendem da mesma forma. De qualquer modo, como muito provavelmente não jogarão os goleiros reservas, não se trata de um erro grave.

OS LATERAIS

Quanto à lateral-direita, não há o que falar. Dunga foi perfeito. Maicon (Internacionale/ITA) é um dos maiores laterais-direitos do mundo, senão o melhor. Enquanto Daniel Alves (Barcelona/ESP) só não é titular, por que a Seleção tem Maicon. Se fosse otra seleção, Daniel Alves seria titular com sobras. Todavia, vejo dois equívocos na lateral-esquerda. Gilberto (Cruzeiro-MG/BRA) e Michel Bastos (Lyon/FRA) não jogam em seus respectivos clubes como laterais ha muito tempo. Hoje, são meias-de-ligação. Considero uma temeridade o que Dunga está fazendo. Eu levaria André Santos (Fenerbahce/TUR) e Marcelo (Real Madrid/ESP). Marcelo vive grande fase na Espanha, enquanto André Santos foi aquele que se saiu melhor entre todos os laterais-esquerdos testados. Se as seleções adversárias investirem pela lateral-esquerda do Brasil, encontrarão uma “avenida”. Trata-se de dois equívocos graves, os quais podem levar o Selecionado Canarinho ao insucesso nesta Copa do Mundo.

OS ZAGUEIROS

Perfeito. Nada a contraditar. Dunga foi perfeito. Lúcio (Internazionale/ITA) e Juan (Roma/ITA) formam uma das melhores defesas do mundo, senão a melhor – tal como no caso de Maicon quanto à lateral-direita. Luisão (Benfica/POR) correspondeu à altura quando foi chamado. Thiago Silva (Milan/ITA) mostra-se mais competente que Miranda (São Paul-SP/BRA). Este último, a propósito, tem “recaídas em decisões”.

OS VOLANTES

Uma completa demasia. Dunga exagerou. Não há necessidade de tantos volantes. Nunca havia visto uma seleção com tantos volantes na história. Josué (Wolfsburg/ALE), Gilberto Silva (Panathinaikos/GRÉ), Felipe Melo (Juventus/ITA), Kléberson (Flamengo-RJ/BRA) e Ramires (Benfica/POR). Gilberto Silva e Felipe Melo são unanimidades na Seleção Tupiniquim, embora não sejam em seus clubes. Pelo Brasil, sempre jogaram bem e impuseram os seus estilos, defendendo a zaga brasileira com “unhas e dentes”. Melo foi uma grata surpresa até. Ajeitou o meio-campo da Seleção. Incrível. Aquele meia-de-ligação excessivamente individualista da época de Grêmio, desvirtuador de vestiário, deu lugar a um volante competente, que sabe sair jogando, fazer gols e defender como poucos. Kléberson e Ramires são os reservas (qualificados), inclusive, brigando pela terceira posição do meio com os meias avançados que irei analisar no próximo item. Mas e Josué? Qual a necessidade de se ter este atleta? Equívoco gravíssimo, a meu ver, o maior de todos. Isso porque, em razão de Josué, Dunga abriu mão de um meia-articulador. O treinador da Seleção Brasileira engatizou que Josué é de extrema importância para  grupo, fundamentalmente no apoio moral aos companheiros. Ora, então estamos diante de um novo “caso de Perdigão”. Ou vocês não lembram da função do volante Perdigão no Internacional de Porto Alegre-RS/BRA campeão da América em 2006? O treinador da época (Abel Braga) dizia que Perdigão era vital para o grupo por que unia os jogadores e os fazia rir com suas piadas e brincadeiras. Lamentável. Se assim fosse, dever-se-ia contratar “pirrôs” e “palhaços” para atuarem nos times de futebol então.

OS MEIAS

Dunga foi perfeito mais uma vez. Convocou os três atletas que mais atuaram na função e (de fato) se destacaram: Elano (Galatasaray/TUR), Kaká (Real Madrid/ESP) e Júlio Baptista (Roma/ITA). Muitos reclamam da convocação de Júlio Baptista, haja vista que é reserva na Roma/ITA. Sem embargo, trata-se de um jogador que foi fundamental na conquista da Copa América 2007, sem contar que, quando chamado, deu a resposta certa. Também não esqueçamos que o titular da posição dele na Roma/ITA é, nada mais nada menos, que Francesco Totti, grande astro e capitão da Itália tetracampeã mundial. Elano foi convocado por que teve um início avassalador na Seleção Brasileira. Desde o primeiro jogo de Dunga ele deu uma resposta extremamente positiva. Não vem bem ultimamente. Tornou-se reserva no Manchester City/ITA, até ser negociado com seu atual clube. Pode tornar-se reserva no decorrer da Copa. Como falei no item anterior, Ramires e Kléberson lutam por esta vaga também. Kaká é unanimidade mundial. É o craque do time. Sempre jogou demais no Selecionado Canarinho. O problema todo é que não há um reserva para Kaká na Seleção Brasileira. No item anterior explicitei esta situação. Josué foi um erro convocatório. Dever-se-ia convocar Ronaldinho Gaúcho (Milan/ITA), Paulo Henrique Ganso (Santos-SP/BRA), ou qualquer meia-articulador, caso Kaká frustre as expectativas colocadas sobre ele. Vou mais além. E se Kaká lesionar-se? Pronto. A Seleção Brasileira estará perdida, a Copa não será do Brasil. Júlio Baptista não é articulador, mas sim, um “quase atacante”. Elano não é articulador, mas sim, um “quase volante”. Defino a Seleção Brasileira como “um amontoado de fervorosos operários guerreiros, mas com um único arquiteto para tentar algo diferenciado”. Até Douglas (Grêmio) seria bem-vindo nesta Seleção, tendo em vista a situação em que o próprio Dunga colocou-se.

OS ATACANTES

Nada a contrariar. Luís Fabiano (Sevilla/ESP), Robinho (Santos-SP/BRA) e Nilmar (Villarreal/ESP) são unanimidades. Jogaram muitas partidas sob o comando de Dunga e sempre deram a resposta esperada. Goleadores, marcaram uma série de gols importantes e vitais para o sucesso do Selecionado Dunguista, que é o rei dos resultados. Grafite (Wolfsburg/ALE) foi uma escolha criteriosa, a meu ver. Ele foi convocado pelo excelente ano que fez em 2009. Adriano (Flamengo-RJ/BRA) desconvocou-se por meio de sua conduta reprovável. Ronaldo (Corinthians-SP/BRA) acabou com as suas últimas chances de convocação ao apresentar-se acima do peso (novamente) no início de 2010. Vágner Love (Flamengo-RJ/BRA) tem as carcaterísticas de Robinho e Nilmar, estando (no momento) abaixo destes. Hulk (Porto/POR) jogou as últimas partidas da Seleção, porém, não tem perfil para uma Copa do Mundo. Fred (Fluminense-RJ/BRA) seria o nome ideal, na minha opinião, contudo, vem sofrendo com lesões em 2010, além de ter sofrido cirurgia, em razão de uma apendicite, recentemente. Diego Tardelli (Atlético Mineiro-MG/BRA) é um ótimo atacante, está em grande fase, tem experiência internacional, mas não foi a opção de Dunga. Neymar (Santos-SP/BRA) é o melhor jogador em atividade no país, todavia, tem pouquíssima experiência, além de nunca ter sido convocado. Explodiu a poucos dias da Copa do Mundo. Poderia ser um “diferencial técnico” na Seleção, mas seria uma aposta. Portanto, Dunga não errou em suas escolhas quanto aos atacantes.

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Kaká terá de "fazer mágica" na Copa do Mundo da África 2010. FONTE: Site da FIFA

Oremos!

Tchüss, fusballteigers!!

O desafio de Maradona

março 23, 2010

Messi atravessa o melhor momento de sua carreira. Faltando pouco tempo para a Copa do Mundo, o argentino desponta, ao lado de Drogba e Rooney, como um dos destaques da competição.

Em 2006, Ronaldinho Gaúcho também estava no auge. Chegou à Copa como o grande jogador da Europa e tinha acabado de ser campeão do continente pelo Barcelona. Como todos sabem, em 2006 a farra e o pouco profissionalismo dos jogadores brasileiros, aliados à falta de seriedade da CBF, contribuiu para o fiasco da seleção de Parreira. Porém, o treinador não soube tirar o máximo do grupo, e muito menos de Ronaldinho. Agora, Maradona vive uma situação parecida.

Como fazer com que Messi repita na seleção as boas atuações que realiza no Barcelona? Esse é o grande desafio para Dieguito. Se ele conseguir isso, a Argentina será uma das favortias ao título. Caso contrário, acaba sendo só mais uma equipe na disputa. Forte como sempre, mas sem um poder de decisão.


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