TÍTULO 1:
Participei de um simpósio sobre Direito Comparado esta semana. Palestrei sobre o Direito Japonês. Tudo bem. A priosirsticamente parece um tema chato, demasiadamente entediante. Mas não é. O Japão é um país que foi apresentado ao Mundo do Direito não faz muito tempo. Lá os governantes seguiam a ideologia de isolamento do planeta, tal como o Regime Comunista Chinês pregava. Desde os primórdios, vigia a tradição do entitulado “giri”, a qual tinha como cerne as normas costumeiras, passadas de pai pra filho, hereditariamente. Em terra japonesa, que nasce camponês, morre camponês; quem nasce guerreiro, morre guerreiro; e assim por conseguinte. O Direito só foi penetrar na terra dos samurais em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, em que foram derrotados pelos “Países Aliados” EUA, Grã-Bretanha, França, China e Rússia. A partir da derrocada das tropas japonesas, o Processo Anglo-Americano invadiu a política do Japão. Parece que após a segunda grande guerra, o povo japonês tornou-se uma gente pacífica. Eles repudiam o direito. Não gostam de litigar em juízo. Uma mera citação para defender-se em um processo de cunho cível, já é olhada com olhos de desprezo. Litigar, para os japoneses, torna as pessoas desonestas e sem dignidade. Prova disso tudo, é que os Tribunais Japoneses trabalham muito mais celebrando conciliações entre as partes, do que motivando sentenças em casos de jurisdição contenciosa. A meu ver, a população do Japão ainda demorará para adaptar-se à sistemática jurídica. As origens do Feudalismo ainda perduram arraigadas no âmago da sociedade japonesa.
TÍTULO 2:
Pois é… e não é que a bandeirinha brasileira Ana Paula Oilveira resolveu chutar o pau da barraca? Após uma série de arbitragens catastróficas (Aninha passava evidentemente por uma fase muito ruim em sua carreira como autoridade do futebol), com ênfase para o FURTO QUALIFICADO que ela cometeu à vítima que atende pelo nome de Botafogo de Futebol e Regatas (dois impedimentos inexistentes na semi-final da Copa do Brasil 2007, ante o Figueirense, em pleno Maracanã), ela acabou sendo “rebaixada” pela Confederação Brasileira de Futebol, que a puniu com jogos a serem bandeirados na Séria A-2 do Campeonato Paulista. Sem o mesmo entusiasmo pela profissão, e um pouco decepcionada, Ana Paula Oliveira resolveu entregar-se aos vários mil reais da Revista Masculina Playboy, e posou nua para alegria dos marmanjos brazucas. Domingo ela trabalhará como comentarista de arbitragem na Rede Bandeirantes, cubrindo a final da Copa América entre Brasil e Argentina, juntamente com Neto(comentarista) e Luciano do valle (narrador). Olho nela!

[A pedidos do nosso leitor e grande dentista, Roberto Ortiz Alves Jr, mais conhecido como Júnior, estou postando as fotos da Aninha supra; na primeira, gozando de bom status no auge da carreira; na segunda, aturando as brincadeiras de um palhaço na Série A-2 do Paulistão, em razão de sua punição administrativa]
Tchüss!!
[DOC]
13 de Julho de 2007 – 14h08