
O sonho de D'ale é vestir o manto sagrado tricolor. FONTE: Eununabaldosa.com
Bom, para quem não lembra, aí está. ‘Recordar é viver’, já dizia o velho e sábio filósofo. Se formos atentar para o fundo da foto, poderemos perceber que a tocida do Imortal Tricolor estava fazendo a festa (dá pra notar até uma bandeira da torcirda organizada Raça Tricolor). Contrastando com a festa gremista, em pleno Estádio Monumental de Nuñes (sim, não é o Monumental da Azenha), D’Alessandro parece abatido ao colocar o manto sagrado tricolor, mas é que o seu clube na época, o River Plate/ARG, havia levado uma lavagem do Grêmio na estréia da Copa Mercosul em 2001: sonoros 4 a 2, com gols de Cambiasso e Ariel ‘Burrito’ Ortega (de pênalti) para os argentinos, e Anderson Lima (de falta), Tinga, Anderson Polga e Zinho para o Imortal Tricolor. A camisa 24 que D’Ale está vestindo era de Claudiomiro. Eram dois timaços! Maxi López fazia a sua estreia pelo clube argentino, sendo promovido a recém dos juniores. Tinha Constanzo no gol, Cambiasso na cabeça de área, Ortega e D’Alessandro no meio de campo, entre outros. De outro canto, era o melhor Grêmio dos últimos tempos. O Tricolor venceu a Copa do Brasil e o Ruralito com uma perna nas costas. O time treinado por Tite, na época, jogava com Danrlei; Marinho, Claudiomiro e Anderson Polga; Anderson Lima, Tinga, Zinho e Rubens Cardoso; Luiz Mário (Fábio Baiano) e Marcelinho Paraíba.
Tchüss!
Agosto 18, 2009 às 2:51 am |
Que totó de bola… se não me engano fazia uns 10 anos que o River não levava 4 gols no monumental.
Foi o último grande time vencedor do Grêmio.